Primeiramente, é notório que a passividade social contribui para a continuidade desse cenário. O sociólogo Georg Simmel descreve a "atitude blasé" como a indiferença gerada pela exposição contínua a estímulos cotidianos. De modo semelhante, diante do rompimento das leis trabalhistas, parte da população tende a minimizar a gravidade do problema, o que restringe a ação coletiva e aprofundamento da temática. Assim, esse comportamento dificulta ações concretas e resolução do empecilho.
Ademais, a falta de políticas eficazes na fiscalização aprofunda ainda mais essa problemática. De acordo com o psicólogo Philip Zimbard, um indivíduo tende a se adaptar a papéis sociais e comportamentos abusivos desde que seja legitimado pelo sistema. Essa perspectiva evidencia que, se o Estado não se opõe contra esses comportamentos, os trabalhadores aceitam esses papeis abusivos, acarretando um número elevado de trabalhadores sendo explorados. Desse modo, percebe-se que esse aspecto desempenha papel estruturante na permanência desse quadro.
Portanto, é necessário que o Estado e a sociedade civil atuem em conjunto para que tais obstáculos sejam superados. O Governo Federal, por intermédio do Ministério do Trabalho, deve criar políticas públicas mais rigorosas na fiscalização em áreas onde a exploração do trabalho é recorrente. Tal ação ocorrerá por meio de duas visitas semanais pelos órgãos responsáveis pela valorização dos direitos trabalhistas, a fim de diminuir o número de vítimas do trabalho análogo. Além disso, é fundamental que haja posts nas mídias sociais, pelo ministério da educação e órgãos dos direitos humanos, que incentivem a denúncia de instituições que estejam violando os direitos trabalhistas, para garantir que mais pessoas reconheçam e combatam a matriz do problema. Feitos esses pontos, os cidadãos poderão ascender na pirâmide de Maslow, alcançando patamares de realização plena, e teremos uma fortalecimento da ação cidadã.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Embora ainda possa apresentar alguns problemas no desenvolvimento das ideias, o tema, em seu texto, é bem desenvolvido, com indícios de autoria e certa distância do senso comum demonstrando bom domínio do tipo textual exigido.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula bem as ideias, os argumentos, as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos, sem inadequações.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.
Principais falhas: 1) Norma padrão: erros como falta de artigo (“direito a jornada”), concordâncias/expressões pouco naturais e uso de citações duvidosas (ex.: “psicólogo Philip Zimbard(o)”). Recomendações: revisar: “direito a uma jornada de trabalho justa”; citar corretamente autores ou evitar afirmações não verificáveis. 2) Tema/disciplinar: alinhamento razoável ao tema, porém reforçar interfaces entre Maslow e exploração do trabalho. 3) Organização/argumentação: boa progressão, mas evitar generalizações sem dados; fundamentar com dados ou casos. 4) Coesão: conectivos usados, porém some transições mais claras entre parágrafos. 5) Intervenção: apresenta agente, ação, meio e finalidade; pode detalhar metas (ex.: metas de fiscalização, indicadores de resultado) e assegurar direitos humanos com exemplos específicos.
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