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Por hectorrei
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Em sua obra "Cidadão de papel", o escritor Gilberto Dimenstein disserta acerca da pobreza e falta de acesso vividas por jovens no Brasil, no que se refere a uma desigualdade, a qual pode ser associada à baixa visibilidade cultural que a juventude pobre tem. De maneira análoga, a cultura é de grande necessidade, pois experiências mudam vidas e ajudam na construção identitária do ser. Diante desse contexto, existem dois responsáveis, sendo a elite e o Estado.

Nesse viés, cabe analisar a burguesia que, desde os primórdios do país, sempre supervalorizou as formas de entretenimento, tornando-as mais restritivas. Esse fato explica-se porque em períodos pós-escravistas, o conteúdo popular era observado de forma primitiva e simplória. No contexto atual, os mais ricos tratam a arte das massas de maneira similar, julgando o funk e o rap como "coisa de vagabundo". Para comprovar, o jornalista Sikêra Jr, muito abraçado pelo conservadorismo, faz ataques sem pudor a rappers e funkeiros de maneira preconceituosa. Desse modo, os mais carentes continuam a ouvir críticas pelo que consomem, tornando-se reféns do gosto de um endinheirado.

Além disso, o Estado não se dispõe tanto a mudar essa realidade, apesar da existência de leis como a Rouanet. Muitos artistas menores que miram na camada popular da sociedade não conseguem subsídios dignos. A tributação em cima de espetáculos em território brasileiro é cerca de 20% do cachê, o que não afeta quem já está consolidado, mas o iniciante sim. Nesse sentido, o órgão estatal deveria diminuir os impostos para o artista de menor expressão e mantê-los para os que já alcançaram seu lugar. Como resultado, teríamos técnicas acessíveis e o criador menos conhecido teria mais incentivo para começar e continuar sua jornada.

Em virtude do que foi mencionado, tais caminhos para a arte se tornarem mais acessíveis são básicos, entretanto, necessitam de vontade coletiva. Cabe à classe artística se mobilizar em conjunto e demonstrar a todos o seu valor. Logo, a alta sociedade e o Governo verão essa situação com outros olhares. Somente assim, existirá mais pluralidade e democracia no acesso à informação.
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