Em primeiro lugar, é necessário reconhecer que a ausência de preparo digital contribui para a vulnerabilidade da população diante de práticas nocivas, como a desinformação, o discurso de ódio e os crimes virtuais. Sem uma base educativa sólida, muitos usuários não conseguem distinguir conteúdos confiáveis de manipulações, o que compromete o exercício democrático e favorece a propagação de conflitos e preconceitos. Dessa forma, a cidadania digital depende de habilidades como leitura crítica, verificação de fontes, compreensão dos riscos online e responsabilidade na produção e compartilhamento de conteúdo — competências que só podem ser desenvolvidas de maneira consistente por meio da educação formal e continuada.
Outro ponto relevante é a desigualdade de acesso. A cidadania digital não se resume ao uso da tecnologia, mas à capacidade de participar plenamente da vida pública mediada por ela. Entretanto, milhões de brasileiros ainda convivem com a exclusão digital — seja por falta de dispositivos, de conexão ou de formação adequada. Cabe à educação, especialmente por meio de políticas públicas, atuar na redução desse abismo, garantindo que todos tenham oportunidades de aprender sobre tecnologia e utilizá-la de forma crítica, produtiva e segura. Sem esse investimento, a exclusão digital se torna também exclusão cidadã.
Portanto, a formação da cidadania digital no Brasil depende diretamente de uma educação que prepare indivíduos para lidar com os desafios e as potencialidades do mundo conectado. Somente por meio do conhecimento crítico, da ética e da inclusão tecnológica será possível construir uma sociedade mais consciente, participativa e preparada para os desafios do século XXI. Educar para o digital, nesse sentido, não é apenas uma necessidade contemporânea: é um compromisso com o futuro democrático e social do país.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita, neste nível, são aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizam reincidência.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, de forma consistente e organizada, configurando autoria, ou seja, os argumentos selecionados estão organizados e relacionados de forma consistente com o ponto de vista defendido e com o tema proposto, configurando-se independência de pensamento e autoria.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula bem as ideias, os argumentos, as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos, sem inadequações.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.
Erro de escolha lexical: o termo “figure” está em inglês; substitua por “figura”/“figura” (Ex.: “no entanto, o Brasil figura” → “no entanto, o Brasil figura”). O texto apresenta boa estrutura dissertativa e coesão (Em primeiro lugar, Dessa forma, Portanto). Poderia desenvolver a intervenção com mais detalhamento: agente, ação, meio e finalidade de forma explícita (ex.: governo implementa programa X, com recursos Y, visando Z). Reforce a proposta de política pública com metas mensuráveis e prazos.
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