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Por Flicker2307
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#122192
Na 1º Revolução Industrial, ocorrida na Inglaterra, no século XVIII, apesar dos avanços tecnológicos para a sociedade, houve a exploração dos operários, que passavam mais de doze horas no ofício e recebiam pouco, tornando-os dependentes da fábrica para sobreviver. Nesse sentido, ao longo dos anos, embora se tenha leis trabalhistas no Brasil, há o espelho dessa realidade, devido a aspectos como a falta de fiscalização adequada e a segregação social. Sendo assim, se faz fulcral a reflexão a respeito do assunto.

Sob esse viés, é relevante notar que o negligenciamento Estatal em averiguar se as normas constitucionais estão sendo seguidas leva a persistir esse terrível cenário. Segundo o Código Penal, criado em 1940, é assegurado pena para aqueles que reduzir o trabalhador a situações de escravidão. Nessa perspectiva, porém, é evidenciado a inércia, ocorrida até mesmo por atos corruptos na fiscalização, em se fazer cumprir a lei, o que acarreta na ausência de dignidade do trabalhador, opondo-se ao que o sociólogo Max Weber aponta sobre o trabalho ser uma forma de dignificar o homem, o que nesse contexto não ocorre.

Ademais, a desigualdade social é responsável por ainda existir empregos que ferem os direitos trabalhistas. De acordo com o escritor e professor Ariano Suassuna, o Brasil é um lugar dividido em dois países diferentes: “o país dos privilegiados e o país dos despossuídos”. Sob essa ótica, no que se refere às atividades remuneradas, é observado que os indivíduos menos favorecidos, por ter baixo nível educacional e encontrar dificuldades em conseguir empregos de qualidade, acabam sujeitando-se aos trabalhos com condições insalubres, enquanto os beneficiados mantém-se despreocupados com o que possa afetar o bem social.

Portanto, diante do exposto, atitudes devem ser tomadas para sanar o descaso que o trabalho associado a escravidão causa. A fim de que todos tenham sua dignidade e direitos garantidos, é dever do Ministério da Justiça - órgão responsável por verificar o cumprimento das leis - fortalecer a fiscalização quanto ao exercício das atividades nas empresas. Além disso, deve tornar os meios comunicativos mais acessíveis para as denúncias. Assim, o trabalho será considerado como uma maneira de atingir dignidade para o homem.
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