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Por juliaMenezes
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O filósofo Thomas More em sua obra "Utopia", apresenta uma sociedade perfeita, na qual é caracterizada pela ausência de mazelas sociais. No entanto, ao se analisar a conjuntura brasileira, vê-se uma oposição ao texto sobredito, visto que a desmotivação assola os jovens que nem estudam, nem trabalham, comprometendo a harmonia social. Diante disso, têm-se um problema fomentado pela desigualdade socioeconômica, bem como a invisibilidade social.
Diante desse cenário, deve-se ressaltar a desigualdade social como um dos impulsionadores da inércia enfrentada pela juventude hodierna. Nessa perspectiva, Thomas Hobbes em seu livro "Leviatã", defende a obrigação do Estado em proporcionar meios que auxiliem o progresso no corpo social. Entretanto, as autoridades competentes rompem com essa conformidade, visto que a disparidade socioeconômica obriga muitos jovens a não darem continuidade na sua educação, e os impossibilita de trabalharem pela falta de escolaridade avançada. Logo, é inevitável que a situação perdure na corporação brasileira, caso contrário trará mais consequências prejudiciais para a sociedade.
Ademais, a elaboração da Constituição Federal, há 30 anos, foi baseada no sonho do bem-estar social de todos os indivíduos. Entretanto, é notório que o Poder Público não cumpre o seu papel como fornecedor de direitos mínimos, visto a invisibilidade social que essa minoria enfrenta com a incapacitação de se direcionar ao mercado de trabalho, bem como a falta de recursos para ingressar em uma faculdade. Nesse sentido, percebe-se que essa inaceitável questão de vulnerabilidade desses cidadãos, configura não só o irrespeito mas também a desvalorização descomunal e portanto, deve ser modificada em todo o território nacional.
Infere-se, portanto a necessidade de combater os problemas enfrentados pela desigualdade socioeconômica, assim como a invisibilidade social. Para isso, é necessário que o Tribunal de Contas da União, disponibilize capital, o qual será aplicado pelo Governo em criações de novas universidades e oportunidades de emprego para estudantes que não possuem um ensino superior. Tal atividade possui intuito de humanizar esses indivíduos e proporcionar diretos mínimos. Desse modo, espera-se uma sociedade mais justa e igualitária.
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