Em primeiro plano, é importante ressaltar a ausência de medidas governamentais no auxílio de recursos para a saúde preventiva. Sob a perspectiva do filósofo São Tomás de Aquino, em uma sociedade democrática, todos os indivíduos são dignos e têm a mesma importância, além dos direitos e deveres que devem ser garantidos pelo Estado, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Nesse sentido, por causa da baixa operação das autoridades, a saúde preventiva não consegue se desenvolver, tendo em vista que para isso é necessário recursos financeiros e reforços contínuos. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.
De outra parte, a falta de ensino adequado também pode ser apontado como promotor do problema. De acordo com o Ministério da Educação, a educação é um fator chave para promover e incentivar a saúde preventiva. Partindo desse pressuposto, notamos que a ausência do mesmo nos traz consequências graves, como a desinformação e a falta de conhecimento, fazendo com que a população só procure se cuidar quando estão com alguma enfermidade. Destarte, tudo isso retarda o desenvolvimento da saúde preventiva, já que a carência da educação contribui para a perpetuação desse cenário caótico.
Urge, portanto, que é essencial a atuação estatal e social para que tais obstáculos sejam superados. Assim, o Ministério da Saúde e Ministério da Educação deve direcionar a capital que, por intermédio do Tribunal de Contas da União será revertido em ações educacionais em escolas, através de palestras e campanhas, uma vez que será instruído como se prevenir de enfermidades e o porquê de ser tão importante tal conhecimento, com o objetivo da população se cuidar e se prevenir de doença tanto leves quanto graves. Dessa forma, o preceito constitucional será parcialmente solidificado no Brasil.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Embora ainda possa apresentar alguns problemas no desenvolvimento das ideias, o tema, em seu texto, é bem desenvolvido, com indícios de autoria e certa distância do senso comum demonstrando bom domínio do tipo textual exigido.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, ou seja, os argumentos estão pouco articulados, além de relacionados de forma pouco consistente ao ponto de vista defendido.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula de forma mediana as partes do texto com inadequações ou alguns desvios e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.
Erros: repetição de termos (“Saúde preventiva” aparece várias vezes), pontuação em alguns trechos e uso inadequado de conectivos (“Desse modo”/“Dessa maneira” pouco fluentes). Caminho: revisar coesão com conectivos mais variados (logo, contudo, ademais, portanto) e evitar longas orações sem pausa. Correção prática: “A Constituição… assegura direitos; no entanto, a falta de recursos compromete a saúde preventiva” e, para intervenção, espaço para detalhar ações: “Agentes: Ministério da Saúde e Educação; Ação: implementarem programas em escolas; Meio: recursos financeiros; Finalidade: reduzir incidence de doenças.”
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Competência 1 (Norma-Padrão): 160
- Erros recorrentes de concordância e regência, além de termos como “falta de recursos disponibilizados” e “a saúde preventiva não consegue se desenvolver” aceitáveis, mas com alguns deslizes de pontuação e escolhas vocabulares pouco precisas. No conjunto, não há desvios graves que comprometam a leitura, porém excede 6 erros simples.
Competência 2 (Compreensão do tema e aplicação interdisciplinar): 120
- Aborda o tema, mas a argumentação é mais descritiva que desenvolvimento crítico. Relação com áreas do conhecimento é mencionada de modo isolado (fé filosófica, MEC/auxílios), sem construção de linha de raciocínio robusta e sem detalhar consequências ou propostas consistentes.
Competência 3 (Seleção, organização e interpretação de informações): 120
- Há organização em introdução, desenvolvimento e conclusão, mas a seleção de dados é fraca (uso de citações vagas de São Tomás, sem aprofundar como isso embasa a defesa). Falta maior coerência entre problemas apontados e soluções propostas.
Competência 4 (Coesão e coerência): 120
- Uso de conectivos presente, mas a progressão lógica é deficiente em alguns trechos (saltos entre ideias, transições frágeis). O texto se mantém compreensível, porém com lacunas de encadeamento.
Competência 5 (Proposta de intervenção): 160
- Proposta com agentes (Ministério da Saúde, Ministério da Educação, Tribunal de Contas da União), ações (ações educacionais em escolas, palestras, campanhas) e finalidade (prevenir doenças), porém falta detalhar meios de financiamento e prazos, ainda que haja 4 elementos presentes, com algum nível de detalhamento.
Total (aproximado): 680/1000
Comentários finais:
- Pontos fortes: estrutura dissertativa adequada; ideia central sobre saúde preventiva; presença de proposta de intervenção com agentes e ações.
- Pontos de melhoria: aprofundar argumentos com dados e exemplos concretos; melhorar coesão entre parágrafos; detalhar mais a implementação da intervenção (fontes de recurso, métricas de avaliação, prazos).
- Observ