A Constituição Federal de 1988-norma de maior hierarquia do sistema jurídico brasileiro-assegura os direitos e o bem-estar da população. Entretanto quando se observa a deficiência de medidas na luta contra a violência contra a mulher, verifica-se que esse preceito é constante na teoria, mas não desvelado na prática. Dessa maneira é evidente que a problemática se desenvolve não só devido a mulheres que sofrem caladas abusos psicólogicos e físicos, mas também a insuficiência de políticas públicas eficazes e a persistência de uma cultura machista.
Em primeiro plano é importante ressaltar que muitas dessas mulheres sofrem esses abusos dentro de seus próprios relacionamentos, onde fatores como: ciúmes, inveja e possessividade vêm a tornar seus parceiros violentos. Sob a perspectiva do Filósofo São Tomás de Aquino em uma sociedade democrática, todos os indivíduos são dignos de ter a mesma importância, além dos direitos e deveres que devem ser garantidos pelo governo. Porém, isso não ocorre no Brasil por causa da baixa atuação das autoridades, muitas mulheres são vítimas de agressão constante, mesmo com a crianção da lei Maria da Penh-marco jurídico de combate a violência doméstica-os índices de violência permanecem elevados, já que muitas vítimas sofrem caladas diante do medo e da dependência em relação a seus parceiros. Desse modo, faz se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.
De outro modo, a insuficiência de políticas públicas eficazes e também a persistência dessa cultura machista que ainda ocorre na sociedade brasileira, que por sua vez pode ser apontado como promotor do problema. Partindo desse pressuposto, percebe-se que a ausência de políticas públicas efetivas, aliada à persistência de valores machistas na sociedade brasileira, contribui para perpetuar a violência de gênero, mantendo muitas mulheres vulneráveis e caladas diante de seus agressores.
Urge, portanto é essencial a atuação estatal e social para, que a violência contra a mulher seja superada, por meio de campanhas educativas que desconstruam a cultura machista e do fornecimento de medidas práticas, como a possibilidade de mulheres pedirem ajuda discretamente em estabelecimentos comerciais, garantindo a proteção e rompendo o ciclo de violência, dessa forma o preceito constitucional será solidificado no Brasil.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 40% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita. Seu texto apresenta estrutura sintática com certa organização, porém com muitos desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual, que comprometem a compreensão das ideias.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Com essa pontuação, ou o tema da redação é desenvolvido adequadamente, porém de forma previsível, com pouco avanço em relação ao senso comum ou, embora o texto demonstre domínio adequado do tipo textual exigido, a progressão textual apresenta algum problema.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, ou seja, os argumentos estão pouco articulados, além de relacionados de forma pouco consistente ao ponto de vista defendido.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula de forma mediana as partes do texto com inadequações ou alguns desvios e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.
Principais erros: repetição de termos, várias falhas de norma (1988-norma; psicólogicos; crianção; Penh-; faz se; Urge, portanto é essencial). Sugestões: revisar para: “Constituição Federal de 1988 estabelece…”; “abusos psicológicos e físicos”; “criação da Lei Maria da Penha”; “faz-se mister”/“faz-se necessário”. Coesão: use conectivos consistentes (além disso, contudo, ademais) para melhorar a progressão. Proposta de intervenção mais detalhada: agentes, ações, meios e finalidades bem explicitados, por exemplo: governo implanta campanhas nacionais, treinamentos, abrigo seguro, serviço de proteção, com metas e prazos.
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Competência 1 (Norma-Padrão): 120
Pontos fortes: uso geral da norma; falhas recorrentes de grafias, crase, concordância e pontuação (ex.: “ciúmes, inveja e possessividade vêm a tornar”; “filósofo” e “São Tomás de Aquino” mal referenciados; “crianção” incorreto; “Maria da Penh-marco” confusão com lei Maria da Penha; “Urge, portanto é essencial”; repetição de termos, vícios de conectores). São mais de 6 e chegam a mais de 12 erros de natureza diversa, mas não são suficientes para 24+. Assim, 120.
Competência 2 (Compreensão do tema e desenvolvimento dissertativo-argumentativo): 80
Pontos: apresenta tema vigente e aborda violência contra a mulher; organização geral com introdução, desenvolvimento e conclusão, porém há lapsos de coerência entre parágrafos, falas desconectadas e falta de aprofundamento crítico (ex.: relação entre direitos constitucionais e políticas públicas). Ideias existentes, mas pouco desenvolvimento de argumentos com dados ou exemplos consistentes.
Competência 3 (Seleção, organização e interpretação de informações): 80
Pontos: seleciona informações relevantes (Lei Maria da Penha, cultura machista, políticas públicas), mas a organização de dados é inconsistente e há repetições. Falta sequência lógica mais robusta entre ideias centrais e evidências.
Competência 4 (Coesão e coerência): 80
Pontos: uso de conectivos aparece, porém a progressão é interrompida por falhas de pontuação e trechos soltos. Há repetição de ideias e transições fracas entre parágrafos.
Competência 5 (Proposta de intervenção): 120
Pontos: há menção de campanhas educativas e medidas práticas (pedir ajuda discretamente em estabelecimentos), mas falta detalhamento dos quatro elementos: agente, ação, meio e finalidade. Não está claro quem faz, como exatamente, com que meios, para qual finalidade específica; por isso fica em 120.
Resumo: 120 / 80 / 80 / 80 / 120
Comentário final (único parágrafo, até