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Por mariaclfx
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Na série Moradores Indesejados da plataforma Netflix, em um dos episódios retrata o deplorável caso de Dorothea Puente, responsável por diversos assassinatos envolvendo pessoas idosas, e toda a sua negligência por parte de sua prisão. Visando sua história, é notório o descaso e as falhas durante todo o percurso no qual, além de ter sido suscetível a uma mídia sensacionalista, o lado das vítimas também foi interferido pela ineficiência. Sendo assim, tal problematização é evidente a partir da inexistência de meios estruturais corporizados em combinação ao esquecimento da devida justiça, gerando assim, uma taxa de mortalidade descontrolada e sem fim. Logo, se vê a urgência na solução desse revés.
Sob essa análise, é necessário salientar a subsistência em permitir a degradação dos idosos nas mãos dos maiores infratores, visto que durante a pandemia as denúncias cresceram em mais de 59% segundo o G1. A permanência de exclamação sem um fim pacífico é algo preocupante, visto que quebra as barreiras constitucionais e põe sequência a uma série de infringências sociais em prol de propagar o ódio e a dor, consequentemente, deixando uma geração cada vez mais vazia, sem acolhimento e com possíveis autodesenvolvimentos negativos. Dessa forma, pregar a maldade irreal contribui para a condução moldada em sofrimento.
Ademais, a carência em meios colaborativos de denúncia fomenta a padronização da violência contra o idoso, uma vez que o processo de livramento torna-se devagar e sem previsão de sumiço. Nesse sentido, segundo a Constituição Federal de 1988, existe o princípio da igualdade em que o Estado assegura a assistência à família na pessoa de cada um dos que a integram, criando mecanismos para coibir a violência no âmbito de suas relações, contudo, isso se contradiz na medida em que não tem funcionalidade, representatividade e abrangência a esse círculo vicioso. Por conseguinte, observa-se a complexa problemática envolvendo o combate preciso.
Urge, portanto, que o Governo Federal com Ministério da Cidadania, crie programas que tragam o respectivo recontro pela legitimidade e severidade, caçando profundamente os indivíduos e seus esquemas, combinando as suas punições, variando com a gravidade e o ensejo apresentado. Outrossim, familiarizar dos perigos e sinais representados em cada caso, usando as maiores redes comunicativas e televisas, e promulgando a ciência total dessa adversidade, cria-se mais uma forma eficaz de anular gradativamente. Feito isso, será possível imaginar um país em livre realidade que protege e cuida, e que impede pessoas como Dorothea de se alastrarem.
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COMPETÊNCIA 4: Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.
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COMPETÊNCIA 5: Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.
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