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Por Antonio1112
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#116758
Segundo o artigo 6. ° da Constituição Federal de 1988, todos os cidadãos brasileiros devem ser amparados com seus direitos essências. Infelizmente, tal prerrogativa não é aplicada em sua integridade verde-amarela. Assim, sofre-se com os males advindos do abuso sexual infantil, essa manifesta-se por meio da negligência familiar e ausência de informação. Logo, urge a análise precisar do imbróglio.
Sob esse viés, é válido ressaltar que a família tem principal papel nessa problemáticas. Visto que, boa parte dos familiares não dialogam com seus filhos sobre a educação sexual, por ainda ter, um pensamento conservador, que acredita que, vão acabar com a infância das crianças. Nesse sentido, Bordieu afirmava que, "a família transmite o capital e o social", desse modo, a família deve agir sob essa mazela pela importância de ensinar seus filhos.
Ademais, é importante ressalvar que a educação sexual deve ser um meio de informação necessária, para educar os alunos nas escolas. Porque, a falta de informação faz com que adolescentes e crianças fiquem alienadas sobre o abuso sexual, e o que é para fazer caso ocorra. Pois, se houvesse o autoconhecimento do óbice, os jovens compreenderiam que qualquer toque indesejado seria errado, logo, avisariam aos pais onde medidas seriam tomadas, confirmando assim, o que Pitágoras dizia, que é necessário educar a crianças para não punir os homens.
Diante do exposto, faz-se imprescindível as soluções das questões trabalhadas. Portanto, através do Ministério da educação, órgão responsável pela elaboração e execução educacional, tem de agir, abordando a educação sexual nas escolas, onde iria trazer informações de como prevenir o abuso e exploração sexual infantil, a fim de mitigar o revés. Por fim, através do diálogo e conversas que seriam feitas com intuito de auxiliar e fiscalizar os casos de abuso, para promover a educação dos jovens, assim, os direitos do artigo 6. ° não permaneceria apenas no papel.
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COMPETÊNCIA 3: Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.
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COMPETÊNCIA 4: Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.
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COMPETÊNCIA 5: Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.
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Por Antonio1112
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#116759
Segundo o artigo 6. ° da Constituição Federal de 1988, todos os cidadãos brasileiros devem ser amparados com seus direitos essências. Infelizmente, tal prerrogativa não é aplicada em sua integridade verde-amarela. Assim, sofre-se com os males advindos do abuso sexual infantil, essa manifesta-se por meio da negligência familiar e ausência de informação. Logo, urge a análise precisar do imbróglio.

Sob esse viés, é válido ressaltar que a família tem principal papel nessa problemáticas. Visto que, boa parte dos familiares não dialogam com seus filhos sobre a educação sexual, por ainda ter, um pensamento conservador, que acredita que, vão acabar com a infância das crianças. Nesse sentido, Bordieu afirmava que, "a família transmite o capital e o social", desse modo, a família deve agir sob essa mazela pela importância de ensinar seus filhos.

Ademais, é importante ressalvar que a educação sexual deve ser um meio de informação necessária, para educar os alunos nas escolas. Porque, a falta de informação faz com que adolescentes e crianças fiquem alienadas sobre o abuso sexual, e o que é para fazer caso ocorra. Pois, se houvesse o autoconhecimento do óbice, os jovens compreenderiam que qualquer toque indesejado seria errado, logo, avisariam aos pais onde medidas seriam tomadas, confirmando assim, o que Pitágoras dizia, que é necessário educar a crianças para não punir os homens.

Diante do exposto, faz-se imprescindível as soluções das questões trabalhadas. Portanto, através do Ministério da educação, órgão responsável pela elaboração e execução educacional, tem de agir, abordando a educação sexual nas escolas, onde iria trazer informações de como prevenir o abuso e exploração sexual infantil, a fim de mitigar o revés. Por fim, através do diálogo e conversas que seriam feitas com intuito de auxiliar e fiscalizar os casos de abuso, para promover a educação dos jovens, assim, os direitos do artigo 6. ° não permaneceria apenas no papel.
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Por Antonio1112
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#119790
Alguém corrige aí por favor
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