- 02 Nov 2023, 22:57
#124564
A constituição federal de 1988, prevê em sua extensão o direito a segurança, como inerente a todo cidadão brasileiro. Embora, tal prerrogativa não é notada na prática quando se observa o aliciamento virtual de menores no Brasil, dificultando, deste modo, a propagação deste princípio fundamental. Diante disso, é necessária a análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Sobretudo, é imprescindível ressaltar como a carência de medidas públicas agravam tal problema em sociedade. Nesse sentido se faz nítido a necessidade de mais empenho por parte do governo, em solucionar todas as problematicas que decorrem dessa insegurança com intuito de proteger crianças e adolescentes que são as vítimas desta problemática. Essa conjuntura, segundo ideias do filósofo contratualista Jhon Locke, configura–se como uma violação do "contrato social", já que o Estado não cumpre com seu dever de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos imprescindíveis como a segurança, tanto física, tanto intelectual, o que infelizmente é evidente no país.
Ademais, é crucial apontar a insuficiente importância dada pelas famílias como impulsionador da insegurança que os menores se expõem na internet no Brasil. Segundo a célebre escritora Djamila Ribeiro, para atuar em uma situação, deve–se antes de tudo, removê–la da invisibilidade. Destarte é axiomático a falta de orientaçãopara com adolescentes, e a falta de filtração de conteúdos e acessos quando relacionado a crianças. Logo, é intolerável que esse cenário continue a perdurar.
depreende–se, portanto, a necessidade de combater esses obstáculos. Para isso, é essencial que o governo, por intermédio de açoes em conjunto com a mídia, realize campanhas que elucidam as famílias sobre a magnitude dl problema, a fim de as crianças e adolescentes dos predadores virtuais. Somente assim, o Estado desempenhará corretamente seu "Contrato social" como afirmado por Jhon Locke.
Sobretudo, é imprescindível ressaltar como a carência de medidas públicas agravam tal problema em sociedade. Nesse sentido se faz nítido a necessidade de mais empenho por parte do governo, em solucionar todas as problematicas que decorrem dessa insegurança com intuito de proteger crianças e adolescentes que são as vítimas desta problemática. Essa conjuntura, segundo ideias do filósofo contratualista Jhon Locke, configura–se como uma violação do "contrato social", já que o Estado não cumpre com seu dever de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos imprescindíveis como a segurança, tanto física, tanto intelectual, o que infelizmente é evidente no país.
Ademais, é crucial apontar a insuficiente importância dada pelas famílias como impulsionador da insegurança que os menores se expõem na internet no Brasil. Segundo a célebre escritora Djamila Ribeiro, para atuar em uma situação, deve–se antes de tudo, removê–la da invisibilidade. Destarte é axiomático a falta de orientaçãopara com adolescentes, e a falta de filtração de conteúdos e acessos quando relacionado a crianças. Logo, é intolerável que esse cenário continue a perdurar.
depreende–se, portanto, a necessidade de combater esses obstáculos. Para isso, é essencial que o governo, por intermédio de açoes em conjunto com a mídia, realize campanhas que elucidam as famílias sobre a magnitude dl problema, a fim de as crianças e adolescentes dos predadores virtuais. Somente assim, o Estado desempenhará corretamente seu "Contrato social" como afirmado por Jhon Locke.