De início, é primordial destacar a importância das políticas educacionais como modo de combate ao desemprego no país. Sob essa óptica, Nelson Mandela, estudioso e político africano, acredita que a educação seja o meio mais potente de transformação social, uma vez que promove a disseminação de conhecimentos de mundo e empíricos. Do mesmo modo, os cursos de capacitação, a título de exemplo, fazem com que os cidadãos adquiram saber técnico, desse modo, tendo mais chances e facilidade de inserção no mercado de trabalho, sendo a educação pivô de mudança social.
Outrossim, é fulcral analisar como ações sociais positivas, efetuadas pela máquina pública, implicam no combate da mazela social supracitada.Sob essa perspectiva, é irrefutável o papel do MEC-órgão público responsável pelas esferas educacional e cultural do país-, uma vez que ele é um mediador entre instituições de ensino e os próprios indivíduos que usufruem do serviço prestado por elas. Dessa maneira, tal órgão público é responsável pelo incentivo desses ao saírem e se formarem, seja em cursos técnicos ou de graduação, através de suas primeiras experiências trabalhistas, como estágios remunerados e vivências no âmbito socioeconômico.
Logo, fica claro que o Estado deve, por meio do Ministério da Educação e Cultura em parceria com o Ministério da Cidadania, promover e implementar, de fato, oportunidades de capacitação técnica gratuitamente, de modo a facilitar a inserção dos indivíduos no mercado de trabalho. Cabe também a máquina pública, incentivar a permanência desses cidadãos, por intermédio do aumento de vagas em estágios e cargos em empresas governamentais, como instituições de ensino e saúde. Isso será feito com fito de combater o desemprego no Brasil e efetivar o desenvolvimento econômico dos indivíduos. Somente assim e, finalmente, o desemprego deixará de ser invisibilizado e a cidadania honrosamente concretizada, segundo a tese de Djamila Ribeiro.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Embora ainda possa apresentar alguns problemas no desenvolvimento das ideias, o tema, em seu texto, é bem desenvolvido, com indícios de autoria e certa distância do senso comum demonstrando bom domínio do tipo textual exigido.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula bem as ideias, os argumentos, as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos, sem inadequações.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.
Principais erros: C1 – gramática/lexico: uso de termos como “invisibilizada hodiernamente”, “mazela social” e “confere pivô” aparecem pouco formais; e há repetições desnecessárias. Sugestão: simplificar: “a invisibilidade do desemprego é um problema atual”; evitar expressões excessivamente arcaicas. C2/C3 – apoio técnico: citação de Djamila Ribeiro e Mandela sem relação direta ao tema enfraquece o argumento; priorizar dados/argumentos pertinentes. C4 – coesão: há conectivos bem usados, mas algumas orações ficariam mais claras com conectivos adicionais (“além disso”, “porém”). C5 – intervenção: propostas aparecem, mas detalhar como agentes atuariam (cronograma, metas, recursos) tornaria mais robusto. Reescrita de melhoria: introdução objetiva; desenvolvimento com dados/estruturas; conclusão com intervenção clara. Proposta de intervenção mais detalhada: Ex.:
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