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Por willwikish
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A Constituição Federal de 1988 — documento de maior hierarquia no sistema jurídico brasileiro — garante à todos o direito da escolha de crença. De maneira análoga a isso, é notório que devido à frequentes casos de intolerância religiosa no Brasil, revela a falta de conhecimento dos direitos humanos contidos no documento. Portanto, os caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil devem partir da educação, e também da responsabilidade midiática.
Em primeiro plano, vale ressaltar que a intolerância religiosa parte do preconceito e da discriminação. Dessa forma, pode se concluir que a educação tem bastante influência em questão da visão de como tal religião é vista, uma vez que, quando uma crença é manifestada em escolas, as demais são imobilizadas, assim, cria no consciente do indivíduo um ponto de vista preconceituoso das demais religiões, cogitando como a única correta seria a dele. Logo, é imprescindível a ação governamental para a solução do problema mencionado.
Por outro lado, é perceptível o quão nocivo a intolerância religiosa seja para a sociedade. No entanto, a falta de responsabilidade da mídia apenas perpetua o contratempo, visto que não há magnitude às ocorrências de discriminação. Por consequência, a sociedade não se mantém informada dos acontecimentos e situações que vários religiosos enfrentam ao expor sua fé, atacando a sua liberdade de expressão. É importante que haja uma ação realizável para o fim da controversa.
Em suma, é correto afirmar a existência da violação das normas da Constituição Federal em virtude do desrespeito às crenças no Brasil, mas há caminhos para solucionar a adversidade. Então, cabe ao Ministério da Educação — responsável por promover ensino de qualidade no país — visar nas escolas sobre importância de respeitar a escolha do próximo, por meio de inserção de profissionais para realizar palestras e campanhas de forma didática, com o objetivo de conceber respeito e igualdade na sociedade. Além disso, é fundamental que haja a ação do Ministério das Comunicações — responsável por atuar na política de comunicação e divulgação — evitar que não ocultem ou não dêem importância às ocorrências de disseminação e preconceito, através de pesquisas e exposição dos casos, a fim de promover melhor compreensão entre crenças e religiões.
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COMPETÊNCIA 4: Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.
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COMPETÊNCIA 5: Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.
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