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Por livmedgata
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Na obra "Utopia" do escritor Thomas More, é retratado uma sociedade perfeita, no qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, o que se observa na realidade contempôranea é o oposto do que o autor prega, uma vez que o trabalho amálogo a escravidão apresenta barreiras, as quais dificultam a concretização dos planos de More. Esse cenário antagônico é fruto tanto da priorização de interesses econômicos, quanto da ineficiente fiscalização por parte das autoridades encarregadas. diante disso torna-se fundamental a discussão desse aspecto, a fim do funcionamento da sociedade.
Precipualmente, é fucral pontuar que a escravidão deriva da baixa atuação dos setores governamentais. Segundo o prensador Thomas Hobbes, o estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto isso não ocorre no Brasil. Devido à falta de monitoramento e inspeções é difícil identificar e combater casos de exploração laboral, os empregadores se aproveitam dessa lacuna e submetem os trabalhadores a condições insalubres, sem risco de serem descobertos.
Ademais, é imperativo ressaltar a valorização dos desejos ecômicos como promotor do problema. Isso ocorre quando as empresas ou empregadores colocam o lucro como prioridade máxima e buscam reduzir os custos, a todo custo, muitas vezes às custas dos direitos e bem-estar dos proletáriados. Tudo isso contrinui para a perpetuação desse quadro deletério.
Assim medidas são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira. Com o intuito de mitigar o trabalho análogo a escravidão, necessita-se urgentemente que o governo responsável pelo bem-estar social, crie ações mais rigorosas de fiscalização, por meio de fiscais e uso de tecnologias avançadas, visando punir empresas envolvidas no trabalho escravo. Desse modo a coletividade poderá alcançar a Utopia de More.
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COMPETÊNCIA 4: Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.
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