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Por victorbyb
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Segundo a filósofa contemporânea alemã Hannah Arendt, em seu conceito de Banalidade do Mal, "quando uma atitude agressiva ocorre constantemente, as pessoas param de vê-la como errada". Deploravelmente e de modo atemporal, tais escritos de Arendt são consolidados na perspectiva da problemática acerca do desaparecimento de pessoas no Brasil, tendo em vista que, diante de condições sub-humanas e violências físicas e sexuais as quais se testemunham as vítimas, as massas incapazes de pensar perduram cegas ao mal, sem compreendê-lo. Logo, com base nos estudos da filósofa, discute-se, com fulcralidade, os desafios para conter o imbróglio.
A princípio, de acordo com o sociólogo Durkheim, o Fato Social é uma maneira coletiva de agir e de pensar dotada de generalidade, exterioridade e coercitividade. Nesse âmbito, tanto a falta de segurança quanto a falta de proteção são consequências de uma atitude reprovável do Estado para com o Fato Social, tendo em conta que o Poder Público não opera, de modo eficiente, condutas que visem a educação dos cidadãos para o enfrentamento e prevenção dos perigos, nem tampouco uma qualificação profissional adequada para os agentes de segurança. Assim, os indivíduos, desprovidos de conhecimento ábil, transfiguram-se em alvos fáceis de ludibriações de qualquer desconhecido que lhes ofereça alguma "vantagem" ou "oportunidade".
Outrossim, é válido destacar que o desaparecimento de pessoas muitas das vezes está intrinsecamente ligado ao capitalismo. O filme "Tráfico humano" retrata a triste realidade nua e crua de milhares de jovens mulheres que são carga rentável na indústria moderna da escravidão. Paralelamente, observa-se a prostituição forçada como uma das principaisfacetas dos desaparecimentos, havendo na sociedade a degradação dos valores humanos estimulados pela esfera capitalista.

É mister, portanto, que o Poder Executivo, através do Ministério da Educação e do Ministério da Justiça e Segurança Pública, promova campanhas informacionais e palestras em campo midiático e nas instituições de educação públicas por meio de verbas da União. Assim, com a participação de toda a comunidade familiar, essas campanhas e palestras terão por objetivo o frisamento de cuidados e prevenções a locais e pessoas desconhecidas para que se contenha os desaparecimentos. Ademais, vide a criação de cursos complementares de investigação para os agentes de segurança, apenas dessa forma desconstruir-se-á a Banalidade do Mal.
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