Frente a essa realidade, a falta de regularização do descarte sustentável e da distribuição igualitária de água e saneamento reflete diretamente na população e configura-se como um dos problemas da saúde pública. Considerando esses dados, o G1 Globo revela que, em média, 100 milhões de brasileiros não têm acesso à coleta de esgoto, e 35 milhões não têm acesso à água potável, o que contraria a ODS 6, que visa garantir a gestão sustentável da água e do saneamento para toda a população. Esses índices são ainda mais elevados nos estados da região Norte, o que evidencia a desigualdade na infraestrutura de saneamento, comprometendo a saúde, o bem-estar e o desenvolvimento socioeconômico das comunidades afetadas.
Além disso, a falta de saneamento básico ceifou em 2023 mais de 11 mil vidas. Grande parte dessas mortes foi causada por doenças de transmissão hídrica e fecal-oral, como diarreia e disenteria, conforme o portal Trata Brasil. Os dados também revelam que a maioria dos óbitos ocorreu entre idosos e crianças de 0 a 4 anos. Por conseguinte, a negligência governamental em relação à lei do saneamento tem contribuído diretamente para a mortalidade, sendo urgente que o governo adote medidas efetivas para garantir o cumprimento da lei do saneamento, do artigo 225 da Constituição e do ODS 6.
Diante da inércia governamental e da desigualdade na gestão de saneamento, é necessário implementar projetos em áreas vulneráveis do país. É inadiável então que o Poder Executivo, órgão do governo federal que trata da parte de execução de leis e projetos municipais, estaduais e nacionais, por intermédio de apoio de serviços midiáticos do próprio Governo e dados estatísticos, inicie planos que incluam cidades e comunidades vulneráveis, a fim de cessar as mortes que a falta de estrutura causa anualmente. Assim dando mais qualidade de vida à população e evitando aumento da taxa de mortalidade.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Com essa pontuação, ou o tema da redação é desenvolvido adequadamente, porém de forma previsível, com pouco avanço em relação ao senso comum ou, embora o texto demonstre domínio adequado do tipo textual exigido, a progressão textual apresenta algum problema.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula de forma mediana as partes do texto com inadequações ou alguns desvios e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.
Principais erros: Competência 1: gramática/bem-pontos (m. vírgulas, contrações, vocabulário) em trechos como “descarte adequado, a redistribuição” e “frente a essa realidade, a falta” (falhas de pontuação/fluidez). Sugestão: revisar a norma, evitar conectores repetitivos e revisar concordâncias. Competência 2: ausente uma conclusão clara e organização de introdução, desenvolvimento e conclusão; reestruture em 1) tese, 2) argumentos com dados (com citação entre parênteses) e 3) conclusão com propostas. Competência 3: boa seleção de dados, porém citaria fontes com nítida relação causal; mantenha foco nos argumentos. Competência 4: há uso de conectivos, mas a progressão é pouco fluida; use conectivos de adição/contraste (“além disso”, “por isso”, “logo”) para melhorar a coerência. Competência 5: proposta de intervenção precisa detalhar os 4 elementos (agente, ação, meio, finalidade) de forma explícita e viável; exemplo: “agente: governo federal; ação: criar o Mosaic Saneamento Brasil; meio: investimentos em infraestrutura e parcerias; finalidade: universalizar água potável até 2030.”
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