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Por slowfv
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A assistência e o cuidado realizado pelas mulheres em forma de trabalho é fulcral para a prosperidade econômica e para a continuidade da sociedade brasileira, amparando e ajudando os diferentes eixos sociais. Entretanto, no Brasil, esse tipo de atividade laboral é desvalorizado e mal reconhecido, provocando assim uma péssima remuneração e uma falta de apoio para visibilizar essa área, ocasionado por alguns desafios como o preconceito sexual e a invisibilidade midiática.
Em primeiro plano, é evidente que o preconceito de sexo dificulta o reconhecimento do trabalho de cuidado feito pelo gênero feminino. Nessa ótica, para a poeta americana Maya Angelou, o preconceito é um fardo que confunde o passado, ameaça o futuro e torna o presente inacessível, mostrando assim que a discriminação por sexo gera impasses para a acessibilidade dos grupos que sofrem dessa problemática, sendo as mulheres na conjuntura brasileira as vítimas que sofrem de interiorização da sua função no mercado de trabalho pelos homens, mitigando assim a invisibilidade da área de cuidado e a má remuneração da mesma.
Além disso, a falta de participação das mídias sociais em debater sobre essa temática fragiliza a mudança da abordagem relacionada ao trabalho de cuidado. Nessa perspectiva, segundo o sociólogo Manuel Castells, a internet não é apenas tecnologia, mas também um meio de comunicação e organização social, comprovando assim a importante função dos meios midiáticos para reverter problemáticas, entre elas a invisibilidade da área de cuidado. Todavia, a internet deixou de focar em debates sobre esses impasses para se tornar apenas uma fonte de entretenimento e diversão, mitigando assim a manutenção das baixas remunerações e a falta de visibilidade desse tipo de trabalho.
Portanto, é necessário medidas para reverter a problemática relacionada à invisibilidade do trabalho de cuidado realizado pela mulher. Para isso, cabe ao Ministério da Educação, órgão responsável pela formação social das pessoas, diminuir o pensamento sexista através de campanhas que mostrem a importância e os feitos das mulheres na sociedade, para que assim a mulher ganhe mais espaço e consideração no que se refere ao trabalho de cuidado. Ademais, cabe as mídias sociais tomarem uma postura crítica para comunicar e debater sobre a área de cuidado para que haja mudanças relacionadas a baixa remuneração e a falta de notoriedade voltada para esse trabalho.
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