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Por snow8i
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A Constituição Federal de 1988 - norma de maior hierarquia do sistema jurídico brasileiro - assegura os direitos e o bem-estar do cidadão. Entretanto, quando se observa a deficiência de medidas na luta contra a invisibilidade do trabalho de cuidado realizado pela mulher no Brasil, verifica-se que o preceito é constatado na teoria e não desejavelmente na prática. Desse modo, é evidente que a problemática desenvolve-se não só devido ao fator social mas também a ineficácia governamental.
Em primeiro plano, é importante ressaltar a ausência de medidas estatais para combater essa negligência trabalhista acometida as mulheres brasileiras. Segundo o filósofo São Tomás de Aquino, em uma sociedade democrática todos os indivíduos são dignos e têm a mesma importância. Porém, isso não ocorre no Brasil, tendo em vista que por consequência da invisibilidade causada pelo problema em questão, muitas brasileiras não são dignamente remuneradas no trabalho de cuidado, contrastando assim a tese do filósofo. São um grupo social muitas vezes esquecido pela população e pelo governo, que parece não se importar com tais pautas.
Partindo desse pressuposto, nota-se que a falta de conhecimento dos cidadãos no assunto, também pode ser apontada como promotora do impasse, uma vez que o cenário não é comumente debatido em escolas e nem mesmo na mídia. Como consequência, as cuidadoras de, normalmente, crianças e idosos não têm o devido suporte, tanto social, quanto governamental, sendo minimizadas diante a sociedade.
Urge, portanto, que é essencial a ação de medidas que dissolvam o problema. O ministério da educação deve iniciar campanhas de conscientização em escolas e vias públicas, por meio de cartazes e palestras alertando o agravamento da invisibilidade do trabalho de cuidado. Com a finalidade de frear os desafios contra o negligênciamento de mulheres cuidadoras.
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