Antes de tudo, percebe-se um evidente descaso governamental em relação a essa questão. A Constituição Federal de 1988 afirma que é dever do Estado assegurar o bem-estar e o trabalho contra qualquer forma de negligência. Contudo, essa premissa parace ter sido esquecida pois a lei de regência maior nao esta sendo executada, visto que são mínimos os esforços para efetivação dos direitos trabalhistas dos trabalhadores domésticos no Brasil, uma vez que a ausência de fiscalização e investimentos adequados permite uma seria de consequências, como vulnerabilidade social e insegurança jurídica. Nesse cenário, sociedade enfrenta inúmeras dificuldades que comprometem a qualidade de vida e ao acesso igualitária aos direitos básicos, como o emprego, tornando urgente a criação de políticas públicas eficazes que promovam a justiça ambiental e social diante o agravamento
Ademais, é importante destacar a desigualdade social nesse contexto. Enquanto parte da população tem empregos com garantias de férias e FGTS outras pessoas mais carentes e sem informação nao tem direitos trabalhistas pelo fato de ser um trabalhador domésticos.Nesse sentido, a filósofa Hannah Arendt menciona "A essência dos direitos humanos é o direito a ter direitos". Isso, porem , nao se concretiza na prática, ja que a seletividade na atuação do Estado aprofunda o abismo social entre os grupos, privilegiando uns e negligenciado outros, sendo assim, trabalhadoresdo lar nao tem seus direitos. Diante o exposto, tais desafios ferem os caminhos para efetivação dos privilégios dos trabalhadores domésticos no Brasil.
Portanto, é necessário que o Estado investir maior parcela do PIB na efetivação dos direitos trabalhistas dos trabalhadores domésticos no Brasil. Essa ação de ocorrer por meio de recursos governamentais e do Ministério do Trabalho e do Emprego, órgão responsável por formalar e executar políticas públicas relacionados ao trabalho. Além disso, é preciso investir em campanhas de conscientização, aprimoramento da fiscalização e em educação trabalhistas. Tal ação tem por finalidade remediar a omissão governamental e a desigualdade social.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 20% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio precário da modalidade escrita formal da língua portuguesa, de forma sistemática, com diversificados e frequentes desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita. A redação, neste nível, é elaborada com estruturas linguísticas rudimentares, que, embora se configure minimamente como um texto, apresenta graves problemas de pontuação, de grafia e de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Com essa pontuação, ou o tema da redação é desenvolvido adequadamente, porém de forma previsível, com pouco avanço em relação ao senso comum ou, embora o texto demonstre domínio adequado do tipo textual exigido, a progressão textual apresenta algum problema.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 40% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores apresentados na proposta de redação.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 40% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante apresenta repertório limitado de recursos coesivos e articula as partes do texto de forma insuficiente, com muitas inadequações, o que compromete a organização das ideias.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.
Erros de norma: repetição e várias falhas de ortografia (escassez de medidas/tanto, parace, nao, parace ter sido esquecida, seria, parace), além de crase/acentuação. Correção prática: revisar o texto para: “há caminhos para efetivar os direitos…”; substituir “parace” por “parece”, “nao” por “não”, “diante o agravamento” por “diante do agravamento”. Coesão/Coerência: evitar repetição e frases soltas; use conectivos como 'além disso', 'por conseguinte', 'em síntese'. Desenvolvimento: organize introdução-lembrar o direito, apresentar dois impactos (omissão governamental, desigualdade), e fechar com propostas. Intervenção: manter os quatro elementos (agente: Estado/MTE; ação: investir, fiscalizar, educar; meio: recursos do PIB, campanhas; finalidade: reduzir omissão e desigualdade). Ex.: “O Estado, por meio do Ministério do Trabalho, deve investir X do PIB na fiscalização e na educação trabalhista, com objetivo de assegurar direitos básicos dos trabalhadores domésticos.”
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Competência 1 – Norma-Padrão da Língua: 120
Principais erros: repetição de palavras, alguns problemas de acentuação e grafia (parace, nao, carência de vírgulas), trechos com repetição desnecessária; há erros de concordância e pontuação que comprometem a leitura. Não há erros graves que inviabilizem a compreensão, mas há demasiados deslizes de norma culta acumulados.
Competência 2 – compreensão do tema e desenvolvimento: 160
Aborda o tema e tenta discutir omissão governamental e desigualdade social, propondo políticas públicas. Estrutura básica de introdução, desenvolvimento e conclusão presente, porém faltam conectores mais sólidos e aprofundamento argumentativo em alguns trechos.
Competência 3 – seleção, organização e interpretação de informações: 160
Seleção razoável de ideias relevantes (omissão estatal, desigualdade, necessidade de políticas). Organização básica, porém redundâncias e falhas de coesão prejudicam a clareza de defesa do ponto de vista.
Competência 4 – coesão e coerência: 120
Uso de conectivos é inadequado em vários trechos; há repetição de termos e pouco encadeamento entre ideias. Falta progressão lógica em alguns parágrafos.
Competência 5 – proposta de intervenção (agente, ação, meio, finalidade): 160
Proposta com agente público (Estado, Ministério do Trabalho), ação (aumento de investimentos, fiscalização, campanhas), meio (PIB/governo) e finalidade (diminuir omissão e desigualdade). Detalhamento limitado, mas contém os quatro elementos, com algum nível de detalhamento. Poderia melhorar com metas mensuráveis.
Nota final (com base nas diretrizes): Competência 1: 120; Competência 2: 160; Competência 3: 160; Competência 4: 120; Competência 5: 160.
Observação final: a redação aborda o tema, porém padece de repetição, erros de digitação e falhas de coesão. Foque em revisar norma-padrão, evitar repetições, ampliar a fundamentação com dados/leg