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Por Anamarquesx
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Segundo a ONU (Organização das Nações Unidas), o trabalho escravo é uma grave violação de direitos humanos e mesmo com a interdição da escravidão, pode-se afirmar a existência de escravos, não só negros, mas sim de várias cores e etnias. Países subdesenvolvidos e países de primeiro mundo sofrem com essa questão, e mesmo sendo um assunto historicamente relatado, persiste sendo uma realidade no mundo contemporâneo.
A princípio, falar de trabalho escravo no mundo moderno, parece um tanto absurdo, apesar deste fato, persistem casos por todo o mundo, de acordo com a Organização Internacional de Trabalho, mais de 40 milhões de pessoas estejam submetidas a trabalhos ou casamentos forçados e outras formas de exploração. Segundo dados divulgados pelo Ministério do Trabalho e Previdência no início do ano, 2.575 trabalhadores em condições análogas às de escravo foram resgatados em 2022.
Além disso, decorrente da OIM (Organização Internacional para as Migrações) mais da metade (52%) de todos os casos de trabalho forçado e um quarto de todos os casamentos forçados ocorrem em países de renda média alta ou alta. Os trabalhadores migrantes têm mais probabilidade de estarem em trabalho forçado do que os trabalhadores adultos não migrantes. Os migrantes são particularmente vulneráveis ao trabalho forçado e ao tráfico, seja por causa da migração irregular ou mal governada, ou por práticas injustas e antiéticas de recrutamento.
Conclui-se que, é obrigação do governo cumprir com a lei que consta no DUDH (Declaração Universal dos Direitos Humanos) “Ninguém será mantido em escravatura ou em servidão; a escravatura e o trato dos escravos, sob todas as formas, são proibidos”, artigo 4. O estado deve estabelecer medidas mais fortes para combater a Escravidão moderna e o tráfico de empresas. Por meio de criações de sistema de denúncias, Além de fiscalização e punição dos empregadores, o acesso à informação e o reconhecimento de direitos por parte dos trabalhadores são fundamentais neste combate.
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COMPETÊNCIA 3: Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.
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COMPETÊNCIA 4: Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.
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COMPETÊNCIA 5: Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.
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