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Por ericaoliveira
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John Locke, filósofo inglês, destaca que é dever do Estado assegurar direitos e bem-estar da população. Entretanto, nota-se uma disparidade entre a teoria e a prática, isso se nota quando há impactos dos influenciadores digitais na formação dos jovens no Brasil. Sob esse viés, cabe discutir as causas e as consequências que colaboram para a construção da temática, como o descaso governamental e a falta de mentalidade construtiva.

Em primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater as adversidades. Nesse sentido, conforme o filósofo John Locke, configura-se como um rompimento do "contrato social", pois o Poder Público não cumpre com sua função de garantir que todos desfrutem de seus direitos, atualmente, há a liberdade de expressão tanto nos meios de comunicação como nas redes sócias, mas os órgãos governamentais não monitoram suficiente as informações, a fim de conscientizar a sociedade sobre fake news e propaganda enganosa.

Ademais, é fundamental apontar a ausência de pensamento crítico como impulsionador da desinformação nas decisões da sociedade no Brasil. Nesse contexto, segundo Pierre Bourdieu, sociólogo francês, a população incorpora as estruturas sociais, ou seja, incorpora pensamentos difundidos ao longo dos anos e reproduzem com naturalidade. Nessa perspectiva, isso pode ser verificado com a persistência dos impactos dos influenciadores midiáticos, já que a comunidade está acostumada com este cenário, permitindo que continue em evidência.

Urge, portanto, adoção de medidas para combater a problemática. Nessa lógica, o Governo Federal, em parceria com o Ministério da educação, deve promover propagandas que evidencie a vulnerabilidade da Nação em meios digitais, conscientizando sobre possíveis golpes e promover a educação tecnológica em redes de ensino para orientar os alunos a repeito desse assunto. A partir disso, as normas fundamentais serão efetuados na contemporaneidade.
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    Erros: Vocabulário/gramática (ex.: “monitoram suficiente”), coesão fraca em transições, falhas de concordância e algumas repetições desnecessárias. Sugestões: revisar por que “entretanto” inicia com referência a Locke; usar conectivos mais precisos (além de “em primeira análise”, “nesse contexto”); evitar generalizações. Proposta de intervenção: manter agentes (Governo federal, MEC), ação, meio (meios digitais, redes de ensino) e finalidade, detalhando metas mensuráveis (ex.: prazo, indicadores de eficácia). Exemplo de reescrita: “O MEC deve implementar campanhas educativas online e integrar diretrizes digitais no currículo até 2026 para reduzir a desinformação entre jovens.”

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  1. C1 norma-padrão

    Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.

  2. C2 Compreensão da proposta

    Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Com essa pontuação, ou o tema da redação é desenvolvido adequadamente, porém de forma previsível, com pouco avanço em relação ao senso comum ou, embora o texto demonstre domínio adequado do tipo textual exigido, a progressão textual apresenta algum problema.

  3. C3 seleção de argumentos

    Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, ou seja, os argumentos estão pouco articulados, além de relacionados de forma pouco consistente ao ponto de vista defendido.

  4. C4 construção de argumentos

    Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula de forma mediana as partes do texto com inadequações ou alguns desvios e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.

  5. C5 Proposta de Intervenção

    Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.

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Por babaloo
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Avaliação da Redação

Competência 1 – Domínio da Norma-Padrão da Língua Portuguesa: 80
Principais pontos: alguns erros de concordância, crase ausente em algumas situações, repetições desnecessárias e escolhas lexicais incomuns. Há trechos com estruturações vagas e uso inadequado de termos (ex.: “redes sócias”); há necessidade de revisão de pontuação e de coesão em alguns períodos. Não há dezenas de erros graves, mas há falhas que comprometem a norma em pontos relevantes.

Competência 2 – Compreensão do tema proposto e desenvolvimento dissertativo-argumentativo: 120
Pontos fortes: o texto identifica o tema “Impactos dos influenciadores digitais na formação dos jovens” e faz referência a conceitos de Locke e Bourdieu para fundamentar argumentos. Pontos fracos: organização estrutural pouco clara (introdução, desenvolvimento e conclusão não estão bem delineados), e a argumentação fica menos precisa na relação direta com o tema; há dependência de citações de filósofos sem articular suficientemente com o problema apresentado.

Competência 3 – Seleção, organização e interpretação de informações, fatos, opiniões e argumentos: 120
Pontos fortes: há tentativa de elencar causas (falhas governamentais, falta de pensamento crítico) e consequências. Pontos fracos: falta de dados específicos, exemplos concretos no Brasil, e a organização de ideias é circular em alguns trechos; a argumentação não está suficientemente estruturada para sustentar uma posição clara.

Competência 4 – Coerência e coesão: 120
Pontos fortes: uso de conectivos simples para encadeamento básico. Pontos fracos: a progressão lógica entre ideias é falha em alguns trechos, abandonando a linha de raciocínio, com transições abruptas (ex.: mudança de Locke para Bourdieu sem conexão explícita). Falta de conectivos de relação mais consistentes.

Competência 5 – Elaboração de proposta de intervenção (agente, ação, meio, finalidade): 120
Pontos fracos: a proposta envolve o Governo Federal/MEC, ações de promoção educativa e conscientização, mas carece de detalhamento quanto a: agente específico, ações claras, meios operacionais e finalidades verific
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