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Por Gabiiara
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A Constituição Federal, promungada em 1988, foi esboçada com o objetivo de delinear direitos básicos para todos os cidadãos. Entretanto, tal teoria não tem sido vista em metodologia práticas, uma vez que ainda há a limites entre a estética e a saúde de milhares de pessoas, impedindo-as de garantir o acesso á saúde no Brasil, o que gera a invisibilidade social. Tal invisibilidade provoca inúmeras chagas, como a falta de acompanhamento psicológico e a comparação exarcebada.
Em uma primeira análise, é importante pontuar o dever da máquina pública na proteção da saúde de todo corpo civil. Isso porque, segundo a Constituição Federal, é função do Estado viabilizar aos brasileiros uma vida digna, a qual pressupõe a garantia da atuação cidadã. No entanto,a postura estatal é de descaso no que se refere aos limites entre a estética e a saúde, documento básico para o entendimento pessoal e alheio dos indivíduos como cidadãos preenchidos de direitos e deveres. Nesse quadro, essa temática é deixada em último plano nas discussões e nas ações políticas e então, encontra-se fadada ao apagamento. Como resultado, inúmeras pessoas não têm suas existência reconhecidas pela estrutura governamental e, dessa forma, são desassistidas em diversos âmbitos, posto que suas vivências são consideradas. Logo, a inovação do governo oferece somente prejuízos à dignidade da população.
Em segunda análise, sabe-se que a comparação exarcebada é um problema de ampla proporção, apesar de pouco discutido entre os constituintes, provocando, consequentemente, a ampliação dos limites entre a estética e a saúde no país. Tudo isso, graças a "banalidade do mal" presente, como já descobriu a filósofa Hannah Arendt, quando diz que, ao não viabilizar o problema social, o governo estará sendo conivente com ele.
Portanto, medidas são importantes com o intuito de sanar tão impasse. Logo, cabe ao Governo Federal promover a falta de acompanhamento psicológico, com foto de sana os limites entre a estética e a saúde. Ademas, o Ministério da saúde deve criar informes na mídia e nas redes sociais objetivando resolver a comparação exarcebada. Assim, os princípios da CF-88 serão legitimados
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COMPETÊNCIA 3: Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.
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COMPETÊNCIA 4: Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.
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COMPETÊNCIA 5: Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.
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Por Zenebra
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#129794
- Erros gramaticais.
- Repetição de palavras/artigos, mais de 3 vezes.
- Estrutura incompleta.

Veja a estrutura completa da redação do ENEM:

ESTRUTURA DA REDAÇÃO DO ENEM

1-INTRODUÇÃO (1 parágrafo)

A-contextualização (repertório sociocultural) (no máximo 3 linhas):

B- tema (palavras-chaves)(no máximo 1 linha)

C-tese + 2 argumentos (2 problemas) (podem ser causas ou consequências) (no máximo 3 linhas)

2- DESENVOLVIMENTO (2 parágrafos)

1º parágrafo: Defender o 1º argumento da tese (problema 1)

A--tópico frasal (no máximo 2 linhas):

B- explicação (argumento)(no máximo 3 linhas)

C- exemplificação (repertório sociocultural)(no máximo 3 linhas)

D-conclusão (no máximo 2 linhas):

2º parágrafo: Defender o 2º argumento da tese (problema 2)

A-tópico frasal(no máximo 2 linhas):

B- explicação (argumento)(no máximo 3 linhas):

C- exemplificação (repertório sociocultural) (no máximo 3 linhas):

D- conclusão(no máximo 2 linhas):

3- CONCLUSÃO (1 parágrafo)

A- conectivo (no máximo 1 linha)

B- retomada dos dois problemas citados na tese e defendidos no desenvolvimento (no máximo 1 linha)

C-proposta de intervenção:

1- Quem vai resolver o problema? (agente)(no máximo 1 linha):

2- O que será feito? (ação)(no máximo 2 linhas):

3- Como será feito? (modo)(no máximo 2 linhas):

4- Para quê? (efeito) (para resolver os dois problemas citados na tese e defendidos no desenvolvimento)(no máximo 2 linhas):
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