- 14 Ago 2023, 12:13
#120597
O filme "Speak" retrata a narrativa traumatizante da protagonista, que apesar de sofrer depressão por ter sido abusada ela é estigmatizada na escola e não tem apoio da família. Saindo da ficção, esse infeliz cenário de estigma social referente às doenças mentais existe no Brasil e deve ser combatido, uma vez que muitas pessoas são vítimas desse emblema persistente. Nesse sentido, dois aspectos fazem-se recorrentes: o pensamento histórico e o preconceito social.
Segundo a época medieval, os loucos enfermos eram vistos com repugnância e desprezo pelo povoado, naquele período, foram perseguidos e caçados quaisquer que apresentassem resquícios de insanidade mental. Atualmente, é indubitável que esse pensamento mediévico ainda percorre a sociedade brasileira e contribui para o conflito a respeito do estigma associado aos psicologicamente afetados, visto que são discriminalizados e consequentemente excluídos socialmente.
Conforme Voltaire, "preconceito é opinião sem conceito." A vista disso, a marca pré-criada pela sociedade é inválida, pois não se tem conhecimento necessário para desenvolver opinião acerca das mazelas mentais no Brasil. Essa situação ocorre pela falta de discussão do assunto que gera desinformação e preconceito em relação aos adoentados. Dessa forma, medidas fazem-se urgentes para solucionar a problemática.
Portanto, é indispensável a adoção de parâmetros capazes de assegurar a mudança de mentalidade da população para evitar o cenário preconceituoso e discriminante. Posto isso, cabe ao Governo, junto com a Mídia, informar sobre as deficiências mentais e promover debates nas redes sociais por meio de vídeos informativos no Instagram e Tik Tok, discutindo a ciência dessas doenças e o devido tratamento ao cidadãos. Com fito de conscientizar a sociedade e informá-la sobre como melhorar o convívio de todos. Tal ação pode ainda mudar o pensamento antigo relacionado ao tema.
Segundo a época medieval, os loucos enfermos eram vistos com repugnância e desprezo pelo povoado, naquele período, foram perseguidos e caçados quaisquer que apresentassem resquícios de insanidade mental. Atualmente, é indubitável que esse pensamento mediévico ainda percorre a sociedade brasileira e contribui para o conflito a respeito do estigma associado aos psicologicamente afetados, visto que são discriminalizados e consequentemente excluídos socialmente.
Conforme Voltaire, "preconceito é opinião sem conceito." A vista disso, a marca pré-criada pela sociedade é inválida, pois não se tem conhecimento necessário para desenvolver opinião acerca das mazelas mentais no Brasil. Essa situação ocorre pela falta de discussão do assunto que gera desinformação e preconceito em relação aos adoentados. Dessa forma, medidas fazem-se urgentes para solucionar a problemática.
Portanto, é indispensável a adoção de parâmetros capazes de assegurar a mudança de mentalidade da população para evitar o cenário preconceituoso e discriminante. Posto isso, cabe ao Governo, junto com a Mídia, informar sobre as deficiências mentais e promover debates nas redes sociais por meio de vídeos informativos no Instagram e Tik Tok, discutindo a ciência dessas doenças e o devido tratamento ao cidadãos. Com fito de conscientizar a sociedade e informá-la sobre como melhorar o convívio de todos. Tal ação pode ainda mudar o pensamento antigo relacionado ao tema.
Comentários
Texto não corrigido
COMPETÊNCIA 1: Demonstrar domínio da norma da língua escrita.
Texto não corrigido
COMPETÊNCIA 2: Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.
Texto não corrigido
COMPETÊNCIA 3: Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.
Texto não corrigido
COMPETÊNCIA 4: Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.
Texto não corrigido
COMPETÊNCIA 5: Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.
Texto não corrigido