Dessa forma, em primeira análise a alienação social tem consequência direta com o impacto na formação de opiniões políticas, uma vez que propaganda nas redes sociais põem em risco a autonomia e o senso crítico da população. De acordo com o conceito de consciência coletiva, do sociólogo Emile Durkham, apersa de todo o individual, ele é fortemente influenciado, do grupo social ao qual pertence. Por consequente, observa-se como o contexto brasileiro se enquadra no conceito do sociólogo, na medida em que, uma parcela da população influenciada pelas mídias sociais e as fakes news, se limitam a um campo de visão. Tal cenário põem em risco o senso crítico da população, visto isso, é evidente a urgência de maneiras efetivas.
Além disso, outro fator influenciador é a insuficiência do Estado. Confome o sociólogo Zymunte Baumam, uma instituição quando posicionada a ignorar a sua função original encontra-se em estado zumbi, Nota-se que o poder público é paralelo ao pensamento de Bauman, quando o poder estatal não garante o direito do cidadão a informação verídica principalmente em períodos eleitorais a qual consequentemente, afeta a democracia brasileira, já que cerca de 5,7% da população acreditam em fakes news e informação falsas.
Portanto, é necessário que o governo tome providências para amenizar o quadro atual. O poder público em parceria com o Ministério da educação deve por intermédio de palestras e ações ativas orientar a população sobre as redes sociais e como elas moldam nossa opinião, ainda pode contar com leis que ajudam a veto as fakes news, A fim de uma população mais ciente e participava no meio político. Assim, concretizando as ideias do autor Tommaso Campanella.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 20% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio precário da modalidade escrita formal da língua portuguesa, de forma sistemática, com diversificados e frequentes desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita. A redação, neste nível, é elaborada com estruturas linguísticas rudimentares, que, embora se configure minimamente como um texto, apresenta graves problemas de pontuação, de grafia e de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Com essa pontuação, ou o tema da redação é desenvolvido adequadamente, porém de forma previsível, com pouco avanço em relação ao senso comum ou, embora o texto demonstre domínio adequado do tipo textual exigido, a progressão textual apresenta algum problema.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, ou seja, os argumentos estão pouco articulados, além de relacionados de forma pouco consistente ao ponto de vista defendido.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula de forma mediana as partes do texto com inadequações ou alguns desvios e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.
Erros principais: regras/gramática (mau uso de concordância, grafias e nomes) – ex.: “põem” (sujeito: propaganda), “apersa” → deveria “apesar”, “Emile Durkham” → Émile Durkheim; nomes Bauman, zumbi e termos mal usados; vírgulas mal posicionadas. Conteúdo: referências inadequadas (Campanella, Bauman) sem relação clara com o tema; conectivos pouco eficientes. Sugestões: revisar ortografia e nomes, manter foco no tema, usar conectivos como “além disso”, “por outro lado”, e estruturar introdução–desenvolvimento–conclusão. Proposta de intervenção: detalhar agente, ação, meio e finalidade (ex.: governo+educação+campanhas digitais+objetivo de ampliar leitura crítica).
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- Competência 1 (Norma-Padrão): 120
Principais erros: grafia e acentuação (fakes news, fakes news; durkham/ emile durkham; bauman/ Zymunte Baumam; confome; apersa; ainda há vícios de concordância e pontuação); uso inadequado de nomes próprios e citações sem formatação correta. Há de 12 a 24 erros distintos de revisão, flexibilizando para 120 conforme critério.
- Competência 2 (Compreensão do tema e desenvolvimento): 120
O tema das redes sociais e formação de opinião é abordado, mas há desconexões reflexivas com o tema central. O texto cita Campanella, Durkheim (nome correto), Bauman, porém há falhas de aplicação conceitual e ligação entre ideias. Estrutura de introdução, desenvolvimento e conclusão presente, porém com rupturas argumentativas e falas não completamente conectadas.
- Competência 3 (Seleção/organização/interpretação de informações): 120
Apresenta argumentos/contrastes (alienação, fakes news, papel do Estado), mas falta criticidade consistente e organização mais lógica entre ideias. Exposição de dados imprecisos (ex.: 5,7% sem fundamentação sólida) prejudica a força do ponto de vista.
- Competência 4 (Coesão/coesão e coerência): 120
Uso de conectivos inadequado em alguns trechos, falhas de progressão lógica entre frases e parágrafos, além de vícios de coesão (trocas de termos, repetição desnecessária). A progressão fica em alguns momentos truncada.
- Competência 5 (Proposta de intervenção): 160
Proposta envolve governo, Ministério da Educação, palestras e leis para vetar fakenews, com agência (governo), ação (palestras/leis), meio (educação pública) e finalidade (informação verídica, participação cívica). Contudo, detalhamento de cada elemento é incipiente; falta especificar quem implementa, como, prazo, avaliações de eficácia, e respeito aos