Avatar do usuário
Por felipedas1
Quantidade de postagens
#166503
No livro “Marley & Eu”, o jornalista John Joseph Grogan retrata os desafios e as alegrias de ter um animal de estimação, mostrando como Marley se torna parte essencial da família ao longo de treze anos. Na obra literária, observa-se uma dinâmica familiar e afetiva marcada pelos altos e baixos da vida adulta, do casamento e da paternidade, tendo como pano de fundo a relação com o cachorro Marley. Assim, ao inserir a imagem criada pelo livro no contexto global do papel dos animais de estimação na sociedade e dos dilemas éticos e de bem-estar que surgem dessa relação, infere-se que a convivência entre humanos e animais reflete um modelo de dominação histórica, manifestado na exploração e no tratamento dos animais como objetos de consumo ou entretenimento. Diante disso, torna-se necessário discutir o papel do Estado e da sociedade na promoção de políticas que assegurem o bem-estar animal e o respeito ético a todas as formas de vida.

Em um primeiro momento, é preciso compreender como a dinâmica familiar e afetiva influencia a forma como os animais de estimação são tratados. Nesse sentido, o filósofo alemão Immanuel Kant afirma que “podemos julgar o coração de um homem pela forma como ele trata os animais”. Por conseguinte, entende-se que o modelo de dominação histórica é uma extensão do pensamento antropocêntrico e da lógica de exploração herdada do período colonial, em que o ser humano se coloca como centro do mundo e superior às demais formas de vida. Esse modelo silencia os animais, que não possuem voz nem meios de reivindicar seus direitos, e é perpetuado por setores industriais e pelo mercado consumidor, que lucram com a comercialização e o entretenimento animal. Dessa forma, o Estado deve promover políticas de educação ética, fiscalização e incentivo à adoção responsável, garantindo o bem-estar animal e combatendo práticas de exploração.

Sob outra ótica, o convívio com animais de estimação opera como uma escola prática de empatia e responsabilidade, formando o caráter e promovendo o sentimento de pertencimento por meio de cuidados cotidianos, vínculos afetivos e do reconhecimento da vulnerabilidade alheia. Como afirmou o filósofo alemão Arthur Schopenhauer, “a compaixão pelos animais está intimamente ligada à bondade de caráter”. Isso evidencia que a convivência com animais de estimação transcende o afeto e se torna um exercício ético, capaz de transformar indivíduos e, consequentemente, a sociedade.No livro “Marley & Eu”, o jornalista John Joseph Grogan retrata os desafios e as alegrias de ter um animal de estimação, mostrando como Marley se torna parte essencial da família ao longo de treze anos. Na obra literária, observa-se uma dinâmica familiar e afetiva marcada pelos altos e baixos da vida adulta, do casamento e da paternidade, tendo como pano de fundo a relação com o cachorro Marley. Assim, ao inserir a imagem criada pelo livro no contexto global do papel dos animais de estimação na sociedade e dos dilemas éticos e de bem-estar que surgem dessa relação, infere-se que a convivência entre humanos e animais reflete um modelo de dominação histórica, manifestado na exploração e no tratamento dos animais como objetos de consumo ou entretenimento. Diante disso, torna-se necessário discutir o papel do Estado e da sociedade na promoção de políticas que assegurem o bem-estar animal e o respeito ético a todas as formas de vida.

Em um primeiro momento, é preciso compreender como a dinâmica familiar e afetiva influencia a forma como os animais de estimação são tratados. Nesse sentido, o filósofo alemão Immanuel Kant afirma que “podemos julgar o coração de um homem pela forma como ele trata os animais”. Por conseguinte, entende-se que o modelo de dominação histórica é uma extensão do pensamento antropocêntrico e da lógica de exploração herdada do período colonial, em que o ser humano se coloca como centro do mundo e superior às demais formas de vida. Esse modelo silencia os animais, que não possuem voz nem meios de reivindicar seus direitos, e é perpetuado por setores industriais e pelo mercado consumidor, que lucram com a comercialização e o entretenimento animal. Dessa forma, o Estado deve promover políticas de educação ética, fiscalização e incentivo à adoção responsável, garantindo o bem-estar animal e combatendo práticas de exploração.

Sob outra ótica, o convívio com animais de estimação opera como uma escola prática de empatia e responsabilidade, formando o caráter e promovendo o sentimento de pertencimento por meio de cuidados cotidianos, vínculos afetivos e do reconhecimento da vulnerabilidade alheia. Como afirmou o filósofo alemão Arthur Schopenhauer, “a compaixão pelos animais está intimamente ligada à bondade de caráter”. Isso evidencia que a convivência com animais de estimação transcende o afeto e se torna um exercício ético, capaz de transformar indivíduos e, consequentemente, a sociedade.No livro “Marley & Eu”, o jornalista John Joseph Grogan retrata os desafios e as alegrias de ter um animal de estimação, mostrando como Marley se torna parte essencial da família ao longo de treze anos. Na obra literária, observa-se uma dinâmica familiar e afetiva marcada pelos altos e baixos da vida adulta, do casamento e da paternidade, tendo como pano de fundo a relação com o cachorro Marley. Assim, ao inserir a imagem criada pelo livro no contexto global do papel dos animais de estimação na sociedade e dos dilemas éticos e de bem-estar que surgem dessa relação, infere-se que a convivência entre humanos e animais reflete um modelo de dominação histórica, manifestado na exploração e no tratamento dos animais como objetos de consumo ou entretenimento. Diante disso, torna-se necessário discutir o papel do Estado e da sociedade na promoção de políticas que assegurem o bem-estar animal e o respeito ético a todas as formas de vida.

Em um primeiro momento, é preciso compreender como a dinâmica familiar e afetiva influencia a forma como os animais de estimação são tratados. Nesse sentido, o filósofo alemão Immanuel Kant afirma que “podemos julgar o coração de um homem pela forma como ele trata os animais”. Por conseguinte, entende-se que o modelo de dominação histórica é uma extensão do pensamento antropocêntrico e da lógica de exploração herdada do período colonial, em que o ser humano se coloca como centro do mundo e superior às demais formas de vida. Esse modelo silencia os animais, que não possuem voz nem meios de reivindicar seus direitos, e é perpetuado por setores industriais e pelo mercado consumidor, que lucram com a comercialização e o entretenimento animal. Dessa forma, o Estado deve promover políticas de educação ética, fiscalização e incentivo à adoção responsável, garantindo o bem-estar animal e combatendo práticas de exploração.

Sob outra ótica, o convívio com animais de estimação opera como uma escola prática de empatia e responsabilidade, formando o caráter e promovendo o sentimento de pertencimento por meio de cuidados cotidianos, vínculos afetivos e do reconhecimento da vulnerabilidade alheia. Como afirmou o filósofo alemão Arthur Schopenhauer, “a compaixão pelos animais está intimamente ligada à bondade de caráter”. Isso evidencia que a convivência com animais de estimação transcende o afeto e se torna um exercício ético, capaz de transformar indivíduos e, consequentemente, a sociedade.

Diante do exposto, é imprescindível que o Estado, em parceria com organizações não governamentais e instituições de ensino, promova campanhas educativas e programas escolares que abordem o respeito ético aos animais e incentivem a adoção responsável. Além disso, é necessário fortalecer a fiscalização de criadouros e estabelecimentos que utilizam animais para fins de consumo ou entretenimento, por meio de órgãos como o Ibama e as secretarias municipais de meio ambiente. Tais medidas têm como finalidade romper com o modelo de dominação histórica e consolidar uma cultura de empatia, responsabilidade e compaixão, em que toda forma de vida seja reconhecida como digna de respeito e proteção.
NOTA GERAL (USUÁRIOS)
Sem
nota
Pontuar
NOTA AUTOMÁTICA (IA)
720
pontos
Desbloquear

    Principais problemas: repetição de trechos (trechos idênticos aparecem várias vezes), erro de grafia/articulação (“o os dilemas”), uso excessivo de citações sem contextualização, organização prejudicada por parágrafos repetidos e falta de progressão clara. Sugestões: remova repetições, corrija a grafia e conecte ideias com conectivos como Além disso, Por outro lado, Consequentemente. Melhorar a introdução e a transição entre as ideias. Proposta de intervenção mais detalhada: Estado + ONGs + escolas promovam campanhas educativas, fiscalização de criadouros, incentivos à adoção responsável com metas mensuráveis (ex.: X% de adoção em Y anos), fontes de financiamento, responsáveis e prazos. Exemplos de reescrita: “O Estado, em parceria com ONGs e escolas, deve promover campanhas educativas sobre bem-estar animal, fiscalizar criadouros e estimular a adoção responsável, com metas de redução de casos de maus-tratos em 3 anos.”

    Para receber uma correção mais robusta e completa, com comentários detalhados, ative o Selo de Apoiador clicando em Desbloquear (acima), ou conquiste o Selo de Prioritário interagindo com outros usuários.

  1. C1 norma-padrão

    Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.

  2. C2 Compreensão da proposta

    Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Embora ainda possa apresentar alguns problemas no desenvolvimento das ideias, o tema, em seu texto, é bem desenvolvido, com indícios de autoria e certa distância do senso comum demonstrando bom domínio do tipo textual exigido.

  3. C3 seleção de argumentos

    Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, ou seja, os argumentos estão pouco articulados, além de relacionados de forma pouco consistente ao ponto de vista defendido.

  4. C4 construção de argumentos

    Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula de forma mediana as partes do texto com inadequações ou alguns desvios e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.

  5. C5 Proposta de Intervenção

    Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

a pobreza menstrual

Avaliação da Redação Competência 1 – Dominio da n[…]

Adultização infantil

A recente divulgação, pelo influenciador Felca, de[…]

Violência - Feminicídio

A alta incidência de crimes praticados contra mulh[…]

Violência - Feminicídio

A alta incidência de crimes praticados contra as m[…]

Corrija seu texto agora mesmo, é de GRAÇA!

Seu Cookie

O Corrija.com utiliza cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência, de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.

Aguarde…
Não atualize a página.