Em um primeiro momento, é preciso compreender como a dinâmica familiar e afetiva influencia a forma como os animais de estimação são tratados. Nesse sentido, o filósofo alemão Immanuel Kant afirma que “podemos julgar o coração de um homem pela forma como ele trata os animais”. Por conseguinte, entende-se que o modelo de dominação histórica é uma extensão do pensamento antropocêntrico e da lógica de exploração herdada do período colonial, em que o ser humano se coloca como centro do mundo e superior às demais formas de vida. Esse modelo silencia os animais, que não possuem voz nem meios de reivindicar seus direitos, e é perpetuado por setores industriais e pelo mercado consumidor, que lucram com a comercialização e o entretenimento animal. Dessa forma, o Estado deve promover políticas de educação ética, fiscalização e incentivo à adoção responsável, garantindo o bem-estar animal e combatendo práticas de exploração.
Sob outra ótica, o convívio com animais de estimação opera como uma escola prática de empatia e responsabilidade, formando o caráter e promovendo o sentimento de pertencimento por meio de cuidados cotidianos, vínculos afetivos e do reconhecimento da vulnerabilidade alheia. Como afirmou o filósofo alemão Arthur Schopenhauer, “a compaixão pelos animais está intimamente ligada à bondade de caráter”. Isso evidencia que a convivência com animais de estimação transcende o afeto e se torna um exercício ético, capaz de transformar indivíduos e, consequentemente, a sociedade.No livro “Marley & Eu”, o jornalista John Joseph Grogan retrata os desafios e as alegrias de ter um animal de estimação, mostrando como Marley se torna parte essencial da família ao longo de treze anos. Na obra literária, observa-se uma dinâmica familiar e afetiva marcada pelos altos e baixos da vida adulta, do casamento e da paternidade, tendo como pano de fundo a relação com o cachorro Marley. Assim, ao inserir a imagem criada pelo livro no contexto global do papel dos animais de estimação na sociedade e dos dilemas éticos e de bem-estar que surgem dessa relação, infere-se que a convivência entre humanos e animais reflete um modelo de dominação histórica, manifestado na exploração e no tratamento dos animais como objetos de consumo ou entretenimento. Diante disso, torna-se necessário discutir o papel do Estado e da sociedade na promoção de políticas que assegurem o bem-estar animal e o respeito ético a todas as formas de vida.
Em um primeiro momento, é preciso compreender como a dinâmica familiar e afetiva influencia a forma como os animais de estimação são tratados. Nesse sentido, o filósofo alemão Immanuel Kant afirma que “podemos julgar o coração de um homem pela forma como ele trata os animais”. Por conseguinte, entende-se que o modelo de dominação histórica é uma extensão do pensamento antropocêntrico e da lógica de exploração herdada do período colonial, em que o ser humano se coloca como centro do mundo e superior às demais formas de vida. Esse modelo silencia os animais, que não possuem voz nem meios de reivindicar seus direitos, e é perpetuado por setores industriais e pelo mercado consumidor, que lucram com a comercialização e o entretenimento animal. Dessa forma, o Estado deve promover políticas de educação ética, fiscalização e incentivo à adoção responsável, garantindo o bem-estar animal e combatendo práticas de exploração.
Sob outra ótica, o convívio com animais de estimação opera como uma escola prática de empatia e responsabilidade, formando o caráter e promovendo o sentimento de pertencimento por meio de cuidados cotidianos, vínculos afetivos e do reconhecimento da vulnerabilidade alheia. Como afirmou o filósofo alemão Arthur Schopenhauer, “a compaixão pelos animais está intimamente ligada à bondade de caráter”. Isso evidencia que a convivência com animais de estimação transcende o afeto e se torna um exercício ético, capaz de transformar indivíduos e, consequentemente, a sociedade.No livro “Marley & Eu”, o jornalista John Joseph Grogan retrata os desafios e as alegrias de ter um animal de estimação, mostrando como Marley se torna parte essencial da família ao longo de treze anos. Na obra literária, observa-se uma dinâmica familiar e afetiva marcada pelos altos e baixos da vida adulta, do casamento e da paternidade, tendo como pano de fundo a relação com o cachorro Marley. Assim, ao inserir a imagem criada pelo livro no contexto global do papel dos animais de estimação na sociedade e dos dilemas éticos e de bem-estar que surgem dessa relação, infere-se que a convivência entre humanos e animais reflete um modelo de dominação histórica, manifestado na exploração e no tratamento dos animais como objetos de consumo ou entretenimento. Diante disso, torna-se necessário discutir o papel do Estado e da sociedade na promoção de políticas que assegurem o bem-estar animal e o respeito ético a todas as formas de vida.
Em um primeiro momento, é preciso compreender como a dinâmica familiar e afetiva influencia a forma como os animais de estimação são tratados. Nesse sentido, o filósofo alemão Immanuel Kant afirma que “podemos julgar o coração de um homem pela forma como ele trata os animais”. Por conseguinte, entende-se que o modelo de dominação histórica é uma extensão do pensamento antropocêntrico e da lógica de exploração herdada do período colonial, em que o ser humano se coloca como centro do mundo e superior às demais formas de vida. Esse modelo silencia os animais, que não possuem voz nem meios de reivindicar seus direitos, e é perpetuado por setores industriais e pelo mercado consumidor, que lucram com a comercialização e o entretenimento animal. Dessa forma, o Estado deve promover políticas de educação ética, fiscalização e incentivo à adoção responsável, garantindo o bem-estar animal e combatendo práticas de exploração.
Sob outra ótica, o convívio com animais de estimação opera como uma escola prática de empatia e responsabilidade, formando o caráter e promovendo o sentimento de pertencimento por meio de cuidados cotidianos, vínculos afetivos e do reconhecimento da vulnerabilidade alheia. Como afirmou o filósofo alemão Arthur Schopenhauer, “a compaixão pelos animais está intimamente ligada à bondade de caráter”. Isso evidencia que a convivência com animais de estimação transcende o afeto e se torna um exercício ético, capaz de transformar indivíduos e, consequentemente, a sociedade.
Diante do exposto, é imprescindível que o Estado, em parceria com organizações não governamentais e instituições de ensino, promova campanhas educativas e programas escolares que abordem o respeito ético aos animais e incentivem a adoção responsável. Além disso, é necessário fortalecer a fiscalização de criadouros e estabelecimentos que utilizam animais para fins de consumo ou entretenimento, por meio de órgãos como o Ibama e as secretarias municipais de meio ambiente. Tais medidas têm como finalidade romper com o modelo de dominação histórica e consolidar uma cultura de empatia, responsabilidade e compaixão, em que toda forma de vida seja reconhecida como digna de respeito e proteção.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Embora ainda possa apresentar alguns problemas no desenvolvimento das ideias, o tema, em seu texto, é bem desenvolvido, com indícios de autoria e certa distância do senso comum demonstrando bom domínio do tipo textual exigido.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, ou seja, os argumentos estão pouco articulados, além de relacionados de forma pouco consistente ao ponto de vista defendido.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula de forma mediana as partes do texto com inadequações ou alguns desvios e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.
Principais problemas: repetição de trechos (trechos idênticos aparecem várias vezes), erro de grafia/articulação (“o os dilemas”), uso excessivo de citações sem contextualização, organização prejudicada por parágrafos repetidos e falta de progressão clara. Sugestões: remova repetições, corrija a grafia e conecte ideias com conectivos como Além disso, Por outro lado, Consequentemente. Melhorar a introdução e a transição entre as ideias. Proposta de intervenção mais detalhada: Estado + ONGs + escolas promovam campanhas educativas, fiscalização de criadouros, incentivos à adoção responsável com metas mensuráveis (ex.: X% de adoção em Y anos), fontes de financiamento, responsáveis e prazos. Exemplos de reescrita: “O Estado, em parceria com ONGs e escolas, deve promover campanhas educativas sobre bem-estar animal, fiscalizar criadouros e estimular a adoção responsável, com metas de redução de casos de maus-tratos em 3 anos.”
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