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Por Sarah1937
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#118168
É indubitável que o bullying, ação de intimidação sistemática objetivada, vem expressando a violência para as escolas de todo o mundo. Mesmo com intuito negativo, essas peripécias são comuns na sociedade brasileira, a hierarquia e a ferocidade como fonte de poder ainda intima muitos a pensarem que a violência é o desenlace de seus problemas pessoais, sucedendo para as vítimas altos índices de depressão e probabilidades verídicas de evasão escolar.

Outrossim, é possível citar frases como a de Shay Mitchell, atriz, modelo, empresária e autora, que afirma que o bullying é resultado de um 'valentão inseguro'. Ficando destarte explícito o principal obstáculo doméstico, a depreciação dos pais para com os filhos, onde é predominante a repulsa e a violência como uma brecha para doutrinar seus descendentes. O oprimido vê como forma de escape para os seus problemas pessoais o bullying, descontando assim sua frustração em outros com características predominantes.

Em decorrência de tais atos, chegamos às consequências psicológicas sobrepostas às vítimas. A depressão é o efeito com maior eminência, debilitando a carreira social com oscilações de humor e o constante sentimento de incômodo, tristeza e não-pertencimento, vale ressaltar que assim como o opressor, a vítima geralmente não possui um bom convívio afetivo com os seus familiares, afetando assim a sua autoestima e gerando a falta de estímulo para os estudos e exposição de tal situação. Como forma de evitar passar pelo martírio diário e acabar com isso tudo muitos optam pela evasão escolar do que expor o problema a organizações superiores.

Portanto, visando a saúde mental e segurança das futuras mentes do Brasil, é necessário um maior preparo e disposição das escolas para a solução e conscientização do bullying. Sendo também de suma importância desfazer laços com a educação através da violência, priorizando o afeto e acolhimento aos jovens.
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