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Por Brenda19
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#106011
Antes da chegada dos colonôs portuguêses em 1500, as terras brasileiras já eram habitadas por povos tradicionais indígenas. Em alusão a obra de Machado de Assis, O triste fim de Policarpo Quaresma, a sociedade carece na valorização desses grupos originários. Ademais, a falta de garantias sociais e territóriais a esses indivíduos, resulta em sua falência cultural.
Nesse hiato, segundo prevê a Constituição Federal de 1988, todo cidadão é detentor de direitos básicos como: educação, saúde e moradia. No entanto, a população carrega os preconceitos da Era Colonial em sua estrutura, deslegitimando as minórias. Por conseguinte, exercendo o não cumprimento da lei que rege tais benesses citadas, através de uma negligência estatal latente para com essas comunidades.
Outrossim, no Brasil de cunho capitalista, persiste uma guerra socioeconômica que degrada territórios indígenas e outros povos para a obtenção de lucros. Em consequência disto, as tribos e quilombos perdem sua idêntidade e herança cultural pelo deslocamento forçado. Nesse cenário, tem-se como exemplo a triste realidade dos pataxós, que após quadros de perseguição, foram obrigados a abandonar sua língua materna, em 1951.
Destarte, é necessária a busca efetiva pela proteção desses grupos. Portanto, é de extrema importância que o Ministério da Cultura promova a legitimação dos costumes dessas massas por meio de leis e que o Ministério da Justiça fiscalize o cumprimento dessas garantias. Em suma, com tais ações a fim de conscientizar a população da relevância dos mencionados, farão valer a luta de Policarpo Quaresma e sua morte e história não serão em vão.
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