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Por silvaemily
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Aldous Huxley defende: “Os fatos não deixam de existir só porque são ignorados.” Tal perspectiva é verificada na persistência do trabalho análogo à escravidão na sociedade brasileira, que ocorre em condições degradantes e geralmente em áreas rurais. Nesse contexto, percebe-se a configuração de um problema complexo que se enraíza na desigualdade social e na insuficiência legislativa.
Nesse cenário, em primeiro, é preciso atentar para a desigualdade social presente nessa questão. A “isonomia” é a garantia de oportunidades iguais, mesmo em condições diferentes. No entanto, a realidade é pouco isonômica no trabalho análogo à escravidão, visto que ainda existem diversas práticas exploratórias e não houve acolhimento e instrução para as pessoas vulneráveis dentro dessa situação. Assim, percebe-se a urgência de proporcionar oportunidades para esse grupo.
Além disso, a ineficiência legislativa ainda é um grande impasse para a resolução da problemática. Chimamanda Adichie alerta que estereótipos limitam o pensamento humano. Tais estereótipos crescem na lacuna de representatividade que gera o trabalho análogo à escravidão, visto que a omissão do estado não toma medidas na prevenção do aliciamento dos trabalhadores. Dessa forma, para deixar de limitar o pensamento, é preciso cobrar esses padrões por meio da representação de narrativas plurais.
Portanto, urge que o problema seja dissolvido. Para isso o governo federal deve criar uma agenda econômica mais democrática, por meio da destinação de recursos para esse grupo, a fim de combater a desigualdade social que se instala na persistência do trabalho análogo à escravidão na sociedade brasileira. Tal ação pode, ainda, conter uma divulgação na mídia para que a população tome conhecimento. Paralelamente, é preciso intervir sobre a lacuna de representatividade presente na questão. Desse modo, os fatos não serão ignorados e deixarão de existir.
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