Diante desse cenário, é importante ressaltar que o problema têm raízes na ineficácia das ações governamentais para enfrentar a desvalorização. Conforme destaca o filósofo Thomas Hobbes, o papel do Estado é assegurar o bem- estar da população. Contudo, no Brasil, a ausência de medidas eficazes por parte das autoridades para lidar com esses desafios evidência um descaso estatal que agrava a questão. Esse comportamento de omissão impacta diretamente os cidadãos africanos, exemplificado pelo esquecimento de suas culturas e ancestrais. Esse cenário reforça a necessidade de uma postura mais ativa do governo para combater essa realidade. Assim, é urgente que o poder público adote estratégias mais firmes para enfrentar esse problema, atendendo ao compromisso social que lhe é incumbido.
Além disso, a escassez de debates amplos e efetivos sobre a valorização da herança africana intensifica a persistência desse problema. O teórico Jünger Habermas contribui com a ideia de que a comunicação é uma forma de ação transformadora, e, sem discussões públicas consistentes, o tema tende a ser marginalizado. Para que essa redução de valor do legado seja efetivamente enfrentado, é necessário promovê-lo como pauta relevante, incentivando o diálogo e a conscientização. Esse espaço de discussão possibilitaria um avanço nas soluções, e traria maior visibilidade para a importância de se combater a falta de valor do legado. Exemplos disso incluem a ausência de conhecimento dessa cultura e costumes africanos. Como efeito, a sociedade poderia participar de forma ativa, pressionando por melhorias e criando um ambiente mais propício à resolução do problema.
Portanto, é essencial reduzir os obstáculos que impedem o enfrentamento de reduções de valor das tradições. Nesse sentido, cabe ao Agente X, responsável por fomentar a educação sobre a história e cultura africana, tanto implementar debates e palestras amplos sobre o assunto, quanto promover campanhas de conscientização. Essas ações, realizadas por meio de ONGs, têm como objetivo alcançar outras pessoas. Com isso, espera-se que o direito à valorização seja finalmente cumprido, promovendo uma sociedade mais justa e consciente de seus direitos e deveres.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com boa estrutura sintática, com poucos desvios de pontuação, de grafia e de emprego do registro exigido.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora, de forma mediana, pouco consistente, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto.
A redação apresenta alguns erros gramaticais, como "Entrando, essa garantia" que deveria ser "Entretanto, essa garantia", e "o problema têm raízes" que deveria ser "o problema tem raízes". Na Competência 3, a argumentação poderia ser mais consistente ao explorar melhor as consequências da desvalorização. Na Competência 4, o uso de conectivos é adequado mas poderia haver mais variedade para enriquecer a coesão textual. Na Competência 5, faltou detalhamento nos elementos da proposta de intervenção.
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