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Por Kaylanne04
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A obra "A República", do filósofo clássico ateniense Platão, propõe um estado ideal, uma utopia, uma vez que todas as peças da sociedade deveriam estar totalmente encaixadas, logo, padronizadas pela ausência de conflitos e de entraves. No entanto, quando se trata, da visibilidade do trabalho de cuidado pelas mulheres no Brasil, nota-se um panorama completamente divergente da temática ateniense platônica. Com efeito, a negligência governamental e a alienação social corroboram esse quadro deletério.

Precipuamente, é fucral ressaltar a falha estatal como impulsionadora do óbice. Segundo a teoria contratualista, do filósofo Jhon Locke, o estado deve garantir os direitos inalienáveis para toda a população. Entretanto, a realidade é justamente o oposto e o resultado desse contraste reflete claramente nas entraves socioeconômicas das pessoas do sexo feminino, devido à falta de visibilidade sobre o trabalho de cuidado e, também, a ausência de recursos disponibilizados à essas mulheres. Logo, percebe-se a deturpação legislativa vigente, assim, medidas estratégicas devem ser tomadas para mediar essa situação inadmissível e preocupante.

Outrossim, vale salientar a alienação social, pautada na habituação, como forte causa do problema. De acordo com a filósofa francesa Simone de Beauvoir, "o mais escandaloso dos escândalos é que nos habituamos a eles". Paralelo a isso, observa-se a existência de uma sociedade completamente alienada à questão do trabalho de cuidado pela mulher, pois persiste a implementação de estereótipos nesse grupo populacional em decorrência de um passado histórico e cultural, em que as pessoas do sexo feminino eram delegadas à se submeterem aos cuidados domésticos sem sequer remuneração. Diante disso, é inadmissível que essa alienação continue contribuindo para esse cenário preocupante, visto que causa a desvalorização dessa parcela populacional ligada a esse trabalho.

Urge, portanto, que o Governo Federal, órgão responsável por garantir os direitos de todos, invista em políticas públicas que visem a valorização desse trabalho, por meio da distribuição de recursos que supra as necessidades dessas atividades pelas mulheres. Cabe, também, a mídia, que tem papel de informar os cidadãos, abordar sobre esse tema essencial, por meio de veículos digitais e palestras com profissionais. Assim, atenuar-se-à os impactos nocivos da invisibilidade do trabalho de cuidado pelas mulheres, superando a problemática e, por consequência, assemelhar-se à obra ateniense platônica.
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