- Hoje, 15:54
#172686
O Brasil é um país que violenta as suas mulheres! A proposição soa grave, mas infelizmente é algo verdadeiro. Nós últimos anos, tem crescido absurdamente os casos de violência feminina no Brasil. O fato de ser mulher, parece tornar-se uma questão discriminatória por parte de alguns homens, visto que, em sua maioria são os homens que comentem crime contra as mulheres, daí o nome feminicídio que é tipificado quando existe crime seguido de morte praticado contra mulheres. Esse tipo de crime pode ser por questões raciais, passionais, psicológica, física etc, sendo o fato de a vítima ser mulher, nada mais que isso.
Diariamente, no Brasil, têm-se visto, assustadoramente, o aumento de casos contra mulheres. As pesquisas, os dados divulgados, deixam claro que o fato de ser mulher inspira mais cuidado em meio à uma sociedade machista e discriminatória. Em 2024, o número de assassinatos de mulheres aumentou cerca de 4,6% comparado ao do ano anterior. Dados do governo federal em suas plataformas oficiais mostram que o feminicídio, alarmantemente, diminuiu a expectitiva de vida das mulheres comparado à descoberta e ao aumento no número de cancêres femininos ( colo de Útero, câncer de Mama). Apesar da independência feminina ter ganhado proporções satisfatórias no contexto social, ao longo dos anos, a mortalidade ganhou visibilidade e consequências drásticas na sociedade brasileira.
Os dados do DEAM ( Departamento Especializado de Atendimento à Mulher) do Estado de São Paulo, por exemplo, em 2024, contabilizou um aumento expressivo de casos de feminicídios e destes casos, menos da metade dos desfechos foram solucionados, bem como, seus verdadeiros culpados presos. Os algozes seguem respondendo ao processo em liberdade. A Lei Maria da Penha, segundo dados recentes, não se mostra tão eficaz como deveria ser. As denúncias de abuso, violência, perseguições, em sua maioria não são investigadas e muito menos resolvidas. Atrelada às questões jurídicas, estão também, a desistência por parte das mulheres que sofrem tais abusos, de prosseguirem e sustentarem suas denúncias, muitas vezes, por medo, por falta de segurança diante da situação.
Diante disso, existe uma necessidade constante de políticas públicas que se atrelem às Leis existentes para garantirem segurança física e emocional por parte das mulheres denunciantes, bem como seus familiares que muitas vezes são também ameaçados. Outro ponto, que poderia ser discutido precocemente, seria a a conscientização das crianças e adolescentes à respeito da violência feminina, suas consequências, sua consequências danosas na sociedade. O assunto deveria ser levado às escolas, como palestras, instruções diárias, exemplos teatrais, e contextualização no dia a dia. A forma de entender tal assunto e saber quais perigos, conhecer seus direitos e aprender como e com quem se relacionar leva exige uma relação pautada no respeito por parte de ambos.
Diariamente, no Brasil, têm-se visto, assustadoramente, o aumento de casos contra mulheres. As pesquisas, os dados divulgados, deixam claro que o fato de ser mulher inspira mais cuidado em meio à uma sociedade machista e discriminatória. Em 2024, o número de assassinatos de mulheres aumentou cerca de 4,6% comparado ao do ano anterior. Dados do governo federal em suas plataformas oficiais mostram que o feminicídio, alarmantemente, diminuiu a expectitiva de vida das mulheres comparado à descoberta e ao aumento no número de cancêres femininos ( colo de Útero, câncer de Mama). Apesar da independência feminina ter ganhado proporções satisfatórias no contexto social, ao longo dos anos, a mortalidade ganhou visibilidade e consequências drásticas na sociedade brasileira.
Os dados do DEAM ( Departamento Especializado de Atendimento à Mulher) do Estado de São Paulo, por exemplo, em 2024, contabilizou um aumento expressivo de casos de feminicídios e destes casos, menos da metade dos desfechos foram solucionados, bem como, seus verdadeiros culpados presos. Os algozes seguem respondendo ao processo em liberdade. A Lei Maria da Penha, segundo dados recentes, não se mostra tão eficaz como deveria ser. As denúncias de abuso, violência, perseguições, em sua maioria não são investigadas e muito menos resolvidas. Atrelada às questões jurídicas, estão também, a desistência por parte das mulheres que sofrem tais abusos, de prosseguirem e sustentarem suas denúncias, muitas vezes, por medo, por falta de segurança diante da situação.
Diante disso, existe uma necessidade constante de políticas públicas que se atrelem às Leis existentes para garantirem segurança física e emocional por parte das mulheres denunciantes, bem como seus familiares que muitas vezes são também ameaçados. Outro ponto, que poderia ser discutido precocemente, seria a a conscientização das crianças e adolescentes à respeito da violência feminina, suas consequências, sua consequências danosas na sociedade. O assunto deveria ser levado às escolas, como palestras, instruções diárias, exemplos teatrais, e contextualização no dia a dia. A forma de entender tal assunto e saber quais perigos, conhecer seus direitos e aprender como e com quem se relacionar leva exige uma relação pautada no respeito por parte de ambos.