humanos nascem livres em dignidade e direitos. São dotados de razão e consciência e devem agir
em relação uns aos outros com espírito de fraternidade". Porém, uma parcela significativa de
população com descendência africana não são tratados de forma fraterna e enfrentam desafios
relacionados à sua herança, como a invisibilidade social e a intolerância religiosa.
Diante desse cenário, a invisibilização dessa parcela populacional configura-se como um grande
desafio para a valorização da herança africana no Brasil. Desde o descobrimento do Brasil em
1500 por Pedro Álvares Cabral, pessoas africanas eram vistas como inferiores. Por conta disso, os
portugueses os tratavam como escravos, e esse é um pensamento que se perpetua por todas as
épocas seguintes após o descobrimento, causando a exclusão de diversos povos dentro da
sociedade. O que contribui para o apagamento cultural e etimológico dessa esfera populacional.
Além disso, há a intolerância religiosa, que se mostra como obstáculo para a apreciação do legado
africano no Brasil. De acordo com o site CNN Brasil, o número de violações de crenças de matriz
africana dobrou entre 2023 e 2024, como o candomblé, que registrou 214 violações em 2024. Isso
revela como práticas religiosas de origem africana ainda sofrem preconceitos dentro da sociedade
brasileira, afetando várias pessoas que são impedidas de realizarem seus ritos. Diante do exposto,
faz-se necessário a tomada de medidas para minimizar essa dificuldade enfrentada pelo público
afro-descendente.
Portanto, a fim de mitigar os desafios para a valorização da herança africana no Brasil, o Ministério
da Cultura - setor responsável por cuidar e gerenciar as questões culturais do país - deve criar
campanhas de valorização da cultura hereditária africana. Isso será feito por meio de eventos
presenciais, onde pessoas de origem africana possam contar histórias, praticar suas religiões. Com
a finalidade de expor sua importância e fornecer a sensação de pertencimento à nação. Assim,
esse público gozará do direito promulgado pelo Artigo 1º.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Com essa pontuação, ou o tema da redação é desenvolvido adequadamente, porém de forma previsível, com pouco avanço em relação ao senso comum ou, embora o texto demonstre domínio adequado do tipo textual exigido, a progressão textual apresenta algum problema.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula de forma mediana as partes do texto com inadequações ou alguns desvios e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.
Principais erros: 1) Norma padrão violada em: “não são tratados” (concordância) e frases fragmentadas como “O que contribui para o apagamento cultural…”. 2) Coerência/coesão fragilizadas; transições pouco claras entre parágrafos. 3) Uso de fonte duvidosa (CNN Brasil) sem contextualização metodológica. 4) Argumentação pouco estruturada e conclusão insuficiente. melhorias: corrigir concordância (“não são tratados” → “não são tratados”), revisar coesão entre ideias, mencionar fontes com critério, estruturar introdução–desenvolvimento–conclusão com conectivos (além disso, entretanto, portanto). Proposta de intervenção mais detalhada: especificar ações (ex.: oficinas educativas nas escolas, parcerias com comunidades locais, indicadores de avaliação, orçamento) incluindo agente, ação, meio e finalidade de forma explícita.
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