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Por Henrique88
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O romance “1984”, de George Orwell, ilustra a influência de um governo que recorre a métodos duvidosos, reescrevendo fatos no intuito de manter-se no poder, de modo que tal ação reflete os efeitos que o gerenciamento de notícias enganosas distorcem a perspectiva da sociedade perante a realidade. Nesse contexto, evidencia-se que na contemporaneidade - com um maior armamento digital - o acesso de fake news torna-se recorrente, visto que tal fenômeno institui um constante questionamento sobre as veracidades das informações circuladas. Sob essa ótica, dois fatores contribuem para esse problema: o enfraquecimento democrático e o desgaste na saúde pública.

Sob uma primeira análise, é pertinente afirmar que a deterioração da confiança na democracia estatal é o sustentáculo central - propagada pela desinformação intencional - a qual contribui para a incidência da problemática em pauta, já que a disseminação manipulativa de propagandas eleitorais tangência a verdade acerca de candidatos e partidos, influenciando o voto da massa por meio de métodos desonestos. A respeito disso, a filósofa Hannah Arendt argumenta, em “Origens do Totalitarismo”, que a manipulação informativa configura um dos principais mecanismos de manutenção de regimes autoritários, uma vez que, de modo análogo, no cenário nacional, a distorção facciosa da percepção real política, instiga a desconfiança quanto a lisura das urnas eletrônicas, inviabilizando o diálogo social e favorece a ascensão a discursos extremistas. Dessa forma, cabe ao Governo Federal aprimorar legislações que responsabilizam os criadores de tal ato, promovendo maior transparência no país.

Além disso, é indubitável que a proliferação de vídeos baseados em achismos, divulgados por indivíduos que intitulam-se profissionais da área médica, corrobora para o perceptível declínio da integridade física populacional. Devido que, nos dias atuais, a tecnologia de estímulos imediatos mostra-se a ferramenta ideal para tais “pseudoespecialista”, cujo objetivo é exclusivamente o lucro através da propagação de inverdades. Nesse sentido, durante a pandemia do Covid-19, por exemplo, segundo a Organização Mundial da Saúde, a chamada “infodemia” - excesso de deturpação midiática - incentivou diversas pessoas a recusarem as vacinas e recorrem a tratamentos ineficazes, dado que tal prática mina a confiança em autoridades hospitalares legítimas, como também eleva os riscos de mortalidade. Desse modo, o Ministério da Saúde (MS) adotará uma postura ativa na mitigação dessa epidemia de má-comunicação, transformando, assim, um Brasil mais saudável.

Em suma, é imprescindível a complexidade dos desafios relacionados às consequências da fake news na comunidade brasileira vigente. Portanto, é dever do MS - órgão responsável pelo bem-estar coletivo - fornecer divulgações interativas ao público, por meio de aplicativos digitais, a fim de reduzir a adesão popular à tal conduta nociva. Concomitantemente, o Estado deverá contribuir ativamente com campanhas de conscientização, visando eliminar tal situação. Assim, o país se tornará uma nação mais unida, contrariando a concepção de George Orwell a esse óbice.
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    Principais erros: Norma-Padrão com repetidos ajustes e alguns pleonasmos (ex.: “propaganda eleitoral tangência a verdade”, “achismos”); uso inadequado de pontuação e alguns conectivos confusos. Sugestões: revisar para normas, evitar neologismos desnecessários, usar conectivos de causalidade/contraste de forma clara (no entanto, contudo, assim). Enriquecer a intervenção: detalhar agentes, ações específicas, meios (aplicativos, redes) e metas mensuráveis (reduzir X% da adesão à fake news em 1-2 anos).

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  1. C1 norma-padrão

    Você atingiu aproximadamente 40% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita. Seu texto apresenta estrutura sintática com certa organização, porém com muitos desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual, que comprometem a compreensão das ideias.

  2. C2 Compreensão da proposta

    Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Embora ainda possa apresentar alguns problemas no desenvolvimento das ideias, o tema, em seu texto, é bem desenvolvido, com indícios de autoria e certa distância do senso comum demonstrando bom domínio do tipo textual exigido.

  3. C3 seleção de argumentos

    Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.

  4. C4 construção de argumentos

    Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula de forma mediana as partes do texto com inadequações ou alguns desvios e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.

  5. C5 Proposta de Intervenção

    Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

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Por babaloo
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#169643
Avaliação da redação

Competência 1 (Norma-Padrão): 120
- Erros gramaticais/lexicais relevantes: uso inadequado de conectores, repetição de termos, algumas falas pouco claras, e construção de algumas frases longas que comprometem a norma. Não são apenas 3 erros, mas há mais de uma irregularidade de registro e inconsistências que reduzem a fluidez. Observa-se também uso de “corrobora para o perceptível” e “corrobora para” inadequado, além de alguns ajustes necessários em crase e preposições.

Competência 2 (Compreensão do tema e desenvolvimento): 120
- O tema “efeitos das fake news” é apresentado, com relação à democracia e saúde pública. Porém há subdesenvolvimento crítico de como as fake news atuam na sociedade brasileira contemporânea; referências a Orwell e Arendt são utilizadas, mas a conexão entre os argumentos, evidências e a formulação de uma linha de raciocínio clara fica em parte prejudicada pela redação confusa.

Competência 3 (Seleção, organização e interpretação de informações): 120
- Há tentativa de organizar argumentos (democracia, saúde) e uso de exemplos (pandemia, infodemia). Contudo, há falhas de coesão entre parágrafos e falha em aprofundar cada argumento com dados mais específicos ou contra-argumentos, prejudicando a persuasão.

Competência 4 (Conectivos e coerência): 120
- Conectivos existem, mas a progressão lógica sofre por causa de construções longas e lapsos de clareza. Há momentos de transição abrupta entre ideias e algumas frases sem relação clara de causa e efeito.

Competência 5 (Proposta de intervenção): 160
- A intervenção menciona Ministério da Saúde e ações de divulgação, campanhas e aplicativos. Possui os quatro elementos (agente, ação, meio, finalidade) com detalhamento moderado, mas poderia ser mais clara em quem efetiva (agente específico), quais meios e como medir resultados. Ainda assim atende aos requisitos básicos com algum detalhamento.

Comentários finais (observação do texto):
- A redação mostra boa intenção de discutir o tema e referências teóricas, mas sofre com excesso de clichês
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