No contexto atual, pode-se afirmar que o debate sobre cotas raciais e sociais vem se estendendo cada vez mais. É notório que a educação escolar de origem pública vem se tornando cada vez mais precária. Baseado nisso, o Ministério da Educação e os Órgãos de Controle, a fim de tornar os concursos públicos acessíveis para comunidades de baixa renda, resolveu criar a Lei 12.177/2012, que estabelece que as universidades públicas devem reservar 50% das vagas para estudantes que cursaram o ensino médio em rede pública, baseado em sua renda, raça e deficiência.
É evidente a negligência de ensino que o Estado vem tendo recentemente. As cotas raciais e sociais se tornaram essenciais para os demais grupos que não obtiveram o acesso à educação classificada. É fato que não teriam a capacidade de disputar a mesma vaga de uma universidade com os demais alunos que tiveram um preparatório para vestibulares desde cedo.
As cotas, em hipótese alguma são para dar preferência a certos alunos, mas sim, fazer com que o exame seletivo seja justo, isto é: dar oportunidades para indivíduos que não tiveram alcance ao aprendizado, a opção de estudar para tentar a saída da vida miserável e a tentativa de através da educação, abrir portas para uma trajetória digna. Convém lembrar que as cotas raciais não são somente um lembrete histórico sobre a escravidão ocorrida no território nacional, mas também, algo significativo para a população afro-brasileira, já que, sempre estiveram vulneráveis à qualquer preconceito, incluindo, o racismo.
Cabe ao governo oferecer uma educação de qualidade para a rede pública, para que o povo tenha uma base escolar boa para prestar concursos e vestibulares. Porém, o poder público jamais deverá abolir as cotas raciais, já que não podemos mudar a história do Brasil nem os preconceitos que os negros estão cada dia mais sendo alvos de discriminação. Também cabe ao poder estatal, oferecer palestras anti-preconceito, aprofundando e mostrando dados históricos, para que talvez, pudéssemos deter a intolerância.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Embora ainda possa apresentar alguns problemas no desenvolvimento das ideias, o tema, em seu texto, é bem desenvolvido, com indícios de autoria e certa distância do senso comum demonstrando bom domínio do tipo textual exigido.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, ou seja, os argumentos estão pouco articulados, além de relacionados de forma pouco consistente ao ponto de vista defendido.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula de forma mediana as partes do texto com inadequações ou alguns desvios e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.
Erros relevantes: Norma: várias falhas, como “baseado nisso” (corrigir para “com base nisso”) e uso inadequado de “educacional/educação”; fragmentos soltos (“Podendo ser contextualizado…”) prejudicam a coesão. Conteúdo: falha na distinção entre cotas raciais e sociais e a atualização da legislação (Lei 12.177/2012). Organização: introdução paralisa sem uma tese clara; desenvolvimento confuso em alguns trechos. Proposta de intervenção: há agentes A, ação, meio e finalidade, mas falta detalhamento objetivo (metas, prazos). Sugestões: reescrever a introdução com tese clara; usar conectivos (além disso, ademais, consequentemente); especificar ação governamental com metas mensuráveis (ex.: criar programa de permanência estudantil com orçamento X, prazos Y).
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