Entretanto, nota-se que, no Brasil, a questão dos desafios para a garantia da educação inclusiva está em contraposição com esse pensamento, tendo em vista as diversas negligências do Estado e a omissão midiática na efetivação dos preceitos fundamentais ao cidadão. Assim, cabe a análise dessa problemática, através da desinformação e ineficiência estatal.
Inicialmente, cabe ressaltar que um fator do óbice é a ausência de conhecimento informativo.
Dentro desse aspecto, o filósofo Schopenhauer afirma que o limite do campo da visão de alguém determina o seu entendimento de mundo que o cerca. Por conseguinte, a falta de esclarecimento das mídias sobre a educação inclusiva ocorre devido à pouca abordagem sobre as necessidades específicas dos alunos com deficiência e à ausência de debates que promovam a conscientização social. Desse modo, é necessário quebrar esse pensamento errôneo, ou a alienação continuará limitando o campo de visão das vítimas.
Outrossim, é imperioso citar, em segundo plano, que a inércia governamental também é uma das causas da adversidade. Nesse sentido, a Constituição Federal de 1988 versa sobre os direitos à educação e à igualdade, os quais não são plenamente respeitados pelos entes federativos. Com isso, a falta de efetivação da legislação não sustenta os pilares e não orienta os caminhos da democracia. Destarte, a norma não é plena, e as necessidades dos cidadãos são colocadas à deriva no esquecimento.
Fica evidente, portanto, que é fundamental a criação de alternativas para amenizar o impasse citado. Para isso, os interlocutores da informação, como noticiários televisivos, canais da imprensa e outras plataformas, devem promover a reeducação social, com o suporte do Ministério das Comunicações, sobre o quão importante é a educação inclusiva, por meio de vídeos e debates com especialistas na área. Isso com a finalidade de reverter a forma como é vista a inclusão escolar, combatendo a desinformação social e a negligência estatal. Logo, a invisibilidade da educação inclusiva será intermediada no século XXI.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Embora ainda possa apresentar alguns problemas no desenvolvimento das ideias, o tema, em seu texto, é bem desenvolvido, com indícios de autoria e certa distância do senso comum demonstrando bom domínio do tipo textual exigido.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.
Erros de norma-padrão: alguns usos e registos antros (ex.: “Perante” pode soar formal demais; trechos como “em segundo plano” e “Outrossim” criam estranhamento; pontuação e preposições às vezes prejudicam a fluidez). Sugestão: revisar para coesão formal: “Perante o ponto de vista…”, “Além disso…”, “Outrossim, é essencial…”. Desenvolvimento: tema adequado, mas conecte melhor as ideias entre parágrafos com conectivos. Intervenção atende aos 4 elementos (agente, ação, meio, finalidade); detalhe adicional pode incluir as metas de curto prazo e indicadores de sucesso. Ex.: “agente: escola pública; ação: adaptar currículo; meio: formação docente; finalidade: inclusão efetiva de alunos com deficiência em tempos X.”
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