- 15 Nov 2022, 13:07
#105457
A Carta Magna destaca a relevância dos direitos sociais de modo geral. Contudo, esse ideal, infelizmente, não é bem aplicado no contexto da marginalização de comunidades e povos tradicionais no Brasil, dado que essas coletividades não são respeitadas no que tange à cultura e à moradia. Diante disso, a insuficiência legislativa e o silenciamento são fatores que configuram esse nefasto cenário no corpo social.
Em primeiro plano, a falta de eficiência das leis, no que se refere às ações afirmativas, agrava o entrave. De acordo com o escritor Gilberto dimenstein, em sua obra "O Cidadão de Papel" os direitos constitucionais do cidadão operam na teoria, porém a prática é falha. Nessa perspectiva, embora o texto constitucional dê a devida importância aos direitos sociais de forma teórica, é bem visível que essa ideia não é realmente aplicada no contexto do problema citado, pois os órgãos públicos não providenciam políticas públicas que colaborem para a preservação dos direitos dos povos tradicionais. Nesse sentido, os agentes estatais mencionados devem, certamente, sair desta postura pífia de indiferença diante da problemática, promovendo a integração social dessas comunidades.
Outrossim, o escasso debate acerca do entrave é um grande obstáculo. Segundo o filósofo Habermas, a linguagem é uma forma de ação. No entanto, essa virtude da comunicação não é bem exercida diante da negligência de direitos dos povos tradicionais, visto que as entidades governamentais e a população não discutem sobre medidas e estratégias para mitigar essa problemática devastadora. Logo, é de extrema importância que os agentes citados saiam desta conduta altamente passiva de aceitação do problema, por meio de atitudes e diálogos efetivos, respeitando-se a grande importância cultural e histórica dos povos tradicionais.
Em suma, medidas são necessárias para resolver o entrave. Para que isso ocorra, o Poder Público deve promover políticas públicas afirmativas, por intermédio da efetivação dos direitos constitucionais, como moradia e cultura, com uma maior destinação de verbas públicas que preserve os artefatos históricos e a cultura dos povos tradicionais, como os indígenas e os quilombolas, com o objetivo de estabelecer a promoção do respeito quanto à cultura dessas comunidades. Sendo assim, os direitos constitucionais desses grupos sociais operarão na prática, não se restringindo à teoria, como prevê Dimenstein. Ademais, a comunicação será usada de maneira correta com uma postura ativa, conforme destaca Habermas.
Em primeiro plano, a falta de eficiência das leis, no que se refere às ações afirmativas, agrava o entrave. De acordo com o escritor Gilberto dimenstein, em sua obra "O Cidadão de Papel" os direitos constitucionais do cidadão operam na teoria, porém a prática é falha. Nessa perspectiva, embora o texto constitucional dê a devida importância aos direitos sociais de forma teórica, é bem visível que essa ideia não é realmente aplicada no contexto do problema citado, pois os órgãos públicos não providenciam políticas públicas que colaborem para a preservação dos direitos dos povos tradicionais. Nesse sentido, os agentes estatais mencionados devem, certamente, sair desta postura pífia de indiferença diante da problemática, promovendo a integração social dessas comunidades.
Outrossim, o escasso debate acerca do entrave é um grande obstáculo. Segundo o filósofo Habermas, a linguagem é uma forma de ação. No entanto, essa virtude da comunicação não é bem exercida diante da negligência de direitos dos povos tradicionais, visto que as entidades governamentais e a população não discutem sobre medidas e estratégias para mitigar essa problemática devastadora. Logo, é de extrema importância que os agentes citados saiam desta conduta altamente passiva de aceitação do problema, por meio de atitudes e diálogos efetivos, respeitando-se a grande importância cultural e histórica dos povos tradicionais.
Em suma, medidas são necessárias para resolver o entrave. Para que isso ocorra, o Poder Público deve promover políticas públicas afirmativas, por intermédio da efetivação dos direitos constitucionais, como moradia e cultura, com uma maior destinação de verbas públicas que preserve os artefatos históricos e a cultura dos povos tradicionais, como os indígenas e os quilombolas, com o objetivo de estabelecer a promoção do respeito quanto à cultura dessas comunidades. Sendo assim, os direitos constitucionais desses grupos sociais operarão na prática, não se restringindo à teoria, como prevê Dimenstein. Ademais, a comunicação será usada de maneira correta com uma postura ativa, conforme destaca Habermas.
- 15 Nov 2022, 15:57
#105527
@annaclara012
@julialoula
@Gcccc
@JChaves2021
@raidalberto
Vcs conseguem corrigir a minha? Mais tarde, eu vou ter mais tempo por aqui. Se vcs quiserem, eu ajudo na correção suas, afinal estamos no mesmo barco kkkkk
@julialoula
@Gcccc
@JChaves2021
@raidalberto
Vcs conseguem corrigir a minha? Mais tarde, eu vou ter mais tempo por aqui. Se vcs quiserem, eu ajudo na correção suas, afinal estamos no mesmo barco kkkkk
- 15 Nov 2022, 16:19
#105540
Redação riquíssima, perfeitamente estruturada e argumentada. Só poderia ser 1000! Arrasou!
- 15 Nov 2022, 19:57
#105595
@JChaves2021, cara, mais tarde, eu vou ficar mais livre, depois das 22 horas. Eu vou corrigir a sua também