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Por millenazxl
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#120871
Na obra, Utopia de Thomas More - humanista renascentista - é exposta uma sociedade sem propriedade privada e sem intolerância religiosa. Ao sair da ficção, nota-se que o cenário atual e real é inteiramente o oposto da criação sátira sociopolítica. A partir desse contexto, é fundamental perceber a origem de tal adversidade e a sua sequela.
Nesse sentido, é relevante discutir a maneira do surgimento das atitudes intolerantes no Brasil. Dessa forma, deu-se início com a chegada dos portugueses que, como conta a história, não aceitavam nenhuma outra ideia que não fosse a sua própria, desprezando as crenças indígenas as quais tinham como maléfica.
Como consequência, é notável a criação de inseguridade quando se trata de assuntos religiosos. O artigo 1, da Lei 5.250, assegura a livre manifestação do pensamento e a procura, em outras palavras, qualquer indivíduo tem liberdade de expressão em território brasileiro. No entanto, até ao presente é visível o estigma vigente quando se trata de respectivas crenças.
Portanto, é mistério que o Governo tome providências para amenizar o quadro atual. Com finalidade de maior compreensão do público, urge que o Gabinete do Ministro da Defesa juntamente a imprensa socialmente engajada, crie mesas redondas e eventos - públicos e privados - com representantes de religiões que visam desmistificar o escrúpulo religioso. Espera-se com isso que todos os indivíduos que herdaram o desprezo dos portugueses tenham consciência de seus atos e que decidam recriar uma sociedade Utopia totalmente liberta da intolerância religiosa.
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