- 15 Out 2024, 00:30
#135444
"A Cidade do Sol", de Tommaso Campanella, apresenta uma sociedade utópica, marcada pela harmonia e ausência de conflitos. No entanto, no cenário atual brasileiro, essa projeção idealista se afasta da realidade, já que o combate ao uso indiscriminado das tecnologias digitais de informação por crianças reflete graves problemas sociais que impactam diretamente a população. Nesse contexto, a combinação entre a desinformação propagada pela mídia e a ineficácia das políticas públicas intensifica o problema, dificultando a busca por soluções justas e eficazes.
Sob esse viés, é notório que a negligência do poder público é um grave problema. Nessa perspectiva, Otto Von Bismarck, em 1880, afirmou que o Estado deve garantir o bem-estar coletivo da população. No entanto, enquanto existem pessoas vivendo no Brasil em situações sem o mínimo de direitos sociais efetivados, como o acesso à informação, um direito constitucional, há uma falha grotesca na função do Estado em relação ao ideal de Bismarck. Por consequência disso, uma parcela da população brasileira vive à margem da sociedade, uma vez que não existem políticas públicas eficazes. Desse modo, é inadiável que o bem-estar social seja alcançado por meio de medidas governamentais.
Além disso, o papel da comunicação social nesse cenário é alarmante. Pierre Bourdieu destaca que a mídia, originalmente concebida para ser um instrumento de democracia, não deve se transformar em um meio de opressão. No entanto, a cobertura midiática atual muitas vezes consolida o entrave, ao invés de fomentar debates amplos e informados sobre o combate ao uso indiscriminado das tecnologias digitais de informação por crianças. Assim, em vez de promover uma conscientização social, a mídia reforça estereótipos e minimiza a gravidade do problema.
Portanto, medidas devem ser tomadas para reverter esse quadro. O Ministério da Comunicação pode utilizar as mídias e a TV aberta para promover campanhas informativas sobre o combate ao uso indiscriminado das tecnologias digitais de informação por crianças, destacando seus impactos e como a população pode auxiliar a mitigá-los. Além disso, o Ministério da Educação deve inserir no currículo escolar discussões sobre a problemática abordada por meio de aulas e palestras formando, cidadãos mais críticos e conscientes. Assim, espera-se que a próxima geração esteja melhor preparada para lidar com o problema e construir um futuro mais justo.
Sob esse viés, é notório que a negligência do poder público é um grave problema. Nessa perspectiva, Otto Von Bismarck, em 1880, afirmou que o Estado deve garantir o bem-estar coletivo da população. No entanto, enquanto existem pessoas vivendo no Brasil em situações sem o mínimo de direitos sociais efetivados, como o acesso à informação, um direito constitucional, há uma falha grotesca na função do Estado em relação ao ideal de Bismarck. Por consequência disso, uma parcela da população brasileira vive à margem da sociedade, uma vez que não existem políticas públicas eficazes. Desse modo, é inadiável que o bem-estar social seja alcançado por meio de medidas governamentais.
Além disso, o papel da comunicação social nesse cenário é alarmante. Pierre Bourdieu destaca que a mídia, originalmente concebida para ser um instrumento de democracia, não deve se transformar em um meio de opressão. No entanto, a cobertura midiática atual muitas vezes consolida o entrave, ao invés de fomentar debates amplos e informados sobre o combate ao uso indiscriminado das tecnologias digitais de informação por crianças. Assim, em vez de promover uma conscientização social, a mídia reforça estereótipos e minimiza a gravidade do problema.
Portanto, medidas devem ser tomadas para reverter esse quadro. O Ministério da Comunicação pode utilizar as mídias e a TV aberta para promover campanhas informativas sobre o combate ao uso indiscriminado das tecnologias digitais de informação por crianças, destacando seus impactos e como a população pode auxiliar a mitigá-los. Além disso, o Ministério da Educação deve inserir no currículo escolar discussões sobre a problemática abordada por meio de aulas e palestras formando, cidadãos mais críticos e conscientes. Assim, espera-se que a próxima geração esteja melhor preparada para lidar com o problema e construir um futuro mais justo.