- 29 Mar 2020, 10:02
#14110
No livro "Lolita" de Vladimir Nabohov, é narrada a história de Humbert, um homem de meia idade que mantinha um relacionamento sexual com uma garota de 12 anos. Ele romantizava o abuso e induzia a provocação por parte da vítima. Embora seja uma obra literária, o livro apresenta características que se assemelham ao atual contexto brasileiro. Nesse sentido, o uso de medicações e psicoterapia são relevantes para combater o abuso sexual de jovens, visto que, a maioria dos pedófilos são diagnosticados com transtorno psiquiátrico, uma doença sem cura.
De acordo com o Diário do Grande ABC (DGABC), 20% dos indivíduos sentenciados por pedofilia são identificados com a doença. Dessa maneira, a enfermidade impulsiona a pessoa se sentir sexualmente tentado de forma compulsa por crianças e adolescentes. Nesse contexto, o proveito de medicações são necessárias, entretanto, quando a medicação não há êxito é essencial a aplicação de medicamentos antagônicos da ação da testosterona.
Ademais, é conveniente ressaltar que, segundo o filósofo norte-americano, B. F. Skinner: "não considere nenhuma prática imutável. Mude e esteja pronto para mudar novamente. Não aceite verdade absoluta. Experimente!". Analogamente, a aplicabilidade da psicoterapia está associada ao pensamento de Skinner, pois com a beneficência do tratamento de problema psíquicos, o indivíduo será capaz de modificar a sua personalidade e a forma de pensar. Desse modo, a fim de manter o controle da doença, a psicoterapia auxilia no bem-estar mental do paciente.
Depreende-se, portanto, que o abuso sexual de crianças e adolescentes no Brasil é um problema que aflige a sociedade atual e que necessita ser combatido. Sendo assim, cabe ao Ministério da Saúde investir no tratamento da doença, por meio da produção de medicamentos e admissões de profissionais da área de psicoterapia, no intuito de evitar que os pacientes busquem cometer abuso sexual em menores e que ajuste os seus defeitos psicológicos, se empoderando de si mesmos. Em síntese, impossibilitar que surja um "Humbert"
De acordo com o Diário do Grande ABC (DGABC), 20% dos indivíduos sentenciados por pedofilia são identificados com a doença. Dessa maneira, a enfermidade impulsiona a pessoa se sentir sexualmente tentado de forma compulsa por crianças e adolescentes. Nesse contexto, o proveito de medicações são necessárias, entretanto, quando a medicação não há êxito é essencial a aplicação de medicamentos antagônicos da ação da testosterona.
Ademais, é conveniente ressaltar que, segundo o filósofo norte-americano, B. F. Skinner: "não considere nenhuma prática imutável. Mude e esteja pronto para mudar novamente. Não aceite verdade absoluta. Experimente!". Analogamente, a aplicabilidade da psicoterapia está associada ao pensamento de Skinner, pois com a beneficência do tratamento de problema psíquicos, o indivíduo será capaz de modificar a sua personalidade e a forma de pensar. Desse modo, a fim de manter o controle da doença, a psicoterapia auxilia no bem-estar mental do paciente.
Depreende-se, portanto, que o abuso sexual de crianças e adolescentes no Brasil é um problema que aflige a sociedade atual e que necessita ser combatido. Sendo assim, cabe ao Ministério da Saúde investir no tratamento da doença, por meio da produção de medicamentos e admissões de profissionais da área de psicoterapia, no intuito de evitar que os pacientes busquem cometer abuso sexual em menores e que ajuste os seus defeitos psicológicos, se empoderando de si mesmos. Em síntese, impossibilitar que surja um "Humbert"
- 29 Mar 2020, 11:52
#14122
Duas observações importantes:
1. Em seus parágrafos de desenvolvimento, aborde os desafios que impedem que o problema seja resolvido; deixe a solução em si para a proposta de intervenção.
2. Cuidado: nem todo pedófilo é abusador de crianças e nem todo abusador de crianças é pedófilo (https://vejasp.abril.com.br/blog/terapia/pedofilia/).
1. Em seus parágrafos de desenvolvimento, aborde os desafios que impedem que o problema seja resolvido; deixe a solução em si para a proposta de intervenção.
2. Cuidado: nem todo pedófilo é abusador de crianças e nem todo abusador de crianças é pedófilo (https://vejasp.abril.com.br/blog/terapia/pedofilia/).