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Por sabrinago2
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“Ninguém respeita a constituição, mas todos acreditam no futuro da nação.” O trecho da música “Que país é este”, da banda Legião Urbana, denuncia problemas sociais persistentes no Brasil. Na realidade contemporânea, tal crítica se aplica à negligência governamental e à influência midiática diante do feminicídio, que se consolidou como um dos crimes mais graves e recorrentes do país. Nesse contexto, torna-se imprescindível priorizar medidas de combate a esse fenômeno para garantir a preservação da vida e a efetivação da igualdade de gênero.

Em primeiro lugar, é necessário ressaltar o papel do Estado no enfrentamento ao feminicídio. De acordo com o jornalista Gilberto Dimenstein, em sua obra “O Cidadão de Papel”, a cidadania brasileira é marcada pela fragilidade da aplicação dos mecanismos legais. Essa análise se comprova quando a legislação que criminaliza o feminicídio, prevista desde 2015, não tem sido suficiente para conter a violência. A postura estatal — ao falhar na criação de políticas públicas eficazes de prevenção e proteção às vítimas — contribui para a perpetuação de agressões que resultam em mortes evitáveis.

Além disso, a mídia desempenha função central nesse debate. Segundo o filósofo Pierre Bourdieu, a televisão pode funcionar tanto como instrumento de democracia quanto como mecanismo de opressão. Entretanto, no que se refere ao combate ao feminicídio, os meios de comunicação ainda apresentam lacunas significativas, uma vez que casos de violência contra a mulher são, muitas vezes, retratados de forma sensacionalista ou banalizada, contribuindo para a naturalização desse crime. Assim, responsabilizar a mídia por adotar uma abordagem educativa e comprometida é urgente para reverter esse quadro.

Portanto, faz-se necessária uma intervenção conjunta. O Estado deve promover campanhas educativas contínuas sobre igualdade de gênero em escolas e universidades, aliadas à formação de profissionais da segurança e da saúde para atender e proteger vítimas de violência. Simultaneamente, a mídia deve assumir seu papel social, veiculando conteúdos que desnaturalizem a agressão contra mulheres e deem visibilidade a canais de denúncia, como o 180. Tais medidas, ao ampliarem a conscientização social e a eficácia das instituições, poderão reduzir os índices alarmantes de feminicídio e assegurar uma realidade mais justa e igualitária no Brasil.
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    Erros de Norma-Padrão identificados (ex.: uso de “persistência ao feminicídio”/expressões ambíguas; citações sem contexto adequado; pontuação com hifenização inconsistente). Sugestão: revisar: “combatendo a persistência do feminicídio no Brasil”; incluir referências entre parênteses ou notas; padronizar aspas e travessões. Conectivos estão adequados, mas prefira variação (ademais, contudo, porém). Proposta de intervenção já contempla agente, ação, meio e finalidade; pode detalhar melhor metas mensuráveis (ex.: reduzir X% em Y anos) e responsabilidades específicas de cada ator.

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  1. C1 norma-padrão

    Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com boa estrutura sintática, com poucos desvios de pontuação, de grafia e de emprego do registro exigido.

  2. C2 Compreensão da proposta

    Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.

  3. C3 seleção de argumentos

    Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, de forma consistente e organizada, configurando autoria, ou seja, os argumentos selecionados estão organizados e relacionados de forma consistente com o ponto de vista defendido e com o tema proposto, configurando-se independência de pensamento e autoria.

  4. C4 construção de argumentos

    Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula bem as ideias, os argumentos, as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos, sem inadequações.

  5. C5 Proposta de Intervenção

    Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

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