Diante desse cenário, deve-se ressaltar o preconceito como um dos impulsionadores da problemática. Nessa perspectiva, Thomas Hobbes, em seu livro "Leviatã", defende a obrigação do estado em proporcionar meios que auxiliem o progresso do corpo social. Entretanto, as autoridades competentes rompem com essa conformidade, pois não atuam de maneira efetiva no combate ao estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira, temos, por exemplo, a ausência de políticas públicas eficazes de conscientização e o baixo investimento em saúde mental, o que faz com que esses indivíduos permaneçam marginalizados. Logo, é inaceitável que a situação perdure na corporação brasileira, caso contrário, trará mais consequências prejudiciais ao problema.
Ademais, os entraves acerca da educação deficitária sintetizam outro desafio a ser sanado com urgência. Sob a perspectiva da escritora Marina Colassanti na crônica "Eu sei, mas não devia", a sociedade moderna banaliza os seus problemas sociais. Nesse contexto, a de se perceber a intríseca relação com o estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira, pois, as falhas no sistema educacional brasileiro - como a ausência de debates sobre saúde mental em currículos escolares - fazem com que a população cresça sem conhecimento sobre transtornos psicológicos, o que gera desinformação, preconceito e naturalização de piadas, estigmas e banalizações. Dessa forma, é inadmissível que parte da população persista alienada, visto que os indivíduos se tornam cada vez mais vulneráveis.
É evidente portanto, a necessidade de medidas que solucionem os desafios impostos ao estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira. Para isso, é necessário que o governo, a exemplo do Ministério da Educação, promova palestras e debates por meio das instituições de ensino públicas e privadas. Tal atividade tem como intuito amenizar o problema proposto. Desse modo, se a "Utopia" de Thomas More simboliza a busca por uma sociedade perfeita, cabe ao Brasil aproximar-se desse ideal ao enfrentar o estigma associado às doenças mentais, com medidas efetivas. Afinal, ainda que a perfeição seja inatingível, a construção de uma realidade mais justa e equilíbrada é plenamente possível e necessária.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Com essa pontuação, ou o tema da redação é desenvolvido adequadamente, porém de forma previsível, com pouco avanço em relação ao senso comum ou, embora o texto demonstre domínio adequado do tipo textual exigido, a progressão textual apresenta algum problema.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, ou seja, os argumentos estão pouco articulados, além de relacionados de forma pouco consistente ao ponto de vista defendido.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula de forma mediana as partes do texto com inadequações ou alguns desvios e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.
Principais erros: uso inadequado de referências históricas (More, Hobbes) sem clareza conceitual; clichês e formulações vagas (“deve-se ressaltar”, “é inaceitável”) prejudicam a argumentação; coesão/especificação de ideias confusas em alguns trechos; falhas de norma padrão com repetidos erros de concordância e pontuação; a intervenção cumpre os 4 elementos, mas sem detalhes operacionais (como prazos, metas, recursos). Sugestão: reescrever a introdução contextualizando o tema; usar conectivos com clareza (além disso, contudo, portanto); detalhar ação, meio e finalidade da intervenção (ex.: metas de curto prazo, atores, orçamento, avaliação).
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@besourokafka
@babaloo
@lucasgabr4
@marianama1
@isaacalyf
Podem corrigir pfvr?
@lannasoph
@izabelaca
@micheleso
@cherrymax
@analaurad
Vcs podem corrigir prfv?
Competência 1 – Domínio da Norma-Padrão: 120
- Há erros de concordância, repetição de termos, uso inadequado de aspas e alguns pleonasmos. Não chega a dominar plenamente a norma, mas não há falhas graves de digitação.Observa-se também uso de referências literárias de forma pouco integrada ao tema.
Competência 2 – Compreensão do tema e desenvolvimento: 160
- Apresenta o tema estigma e relação com saúde mental, utiliza referências históricas (More, Hobbes, Colassanti) para fundamentar ideias. O desenvolvimento é inorgânico em alguns trechos, com ligações pouco coesas entre ideias, mas mantém a linha de argumentação.
Competência 3 – Seleção, organização e interpretação de informações: 160
- Traz informações relevantes (políticas públicas, educação, saúde mental). Há tentativa de articulação entre ideias, porém há repetição de argumentos e alguns trechos dispersos, o que diminui a força persuasiva.
Competência 4 – Coesão e coerência: 160
- Usa conectivos, mas a progressão lógica nem sempre é clara; há trechos de transição pouco fluídos, e algumas ideias aparecem de forma abrupta.
Competência 5 – Proposta de intervenção: 120
- Propõe ação do governo/Ministério da Educação com palestras e debates. Elementos presentes (agente, ação, meio). Falta detalhamento maior da finalidade e de como medir impactos.
Comentário final (único parágrafo, em primeira pessoa):
Você conseguiu trazer um tema relevante e apoiar com referências históricas, o que é interessante, mas a organização precisa ficar mais coesa, com transições claras e intervenção mais detalhada (finalidade e avaliação). Foque em integrar melhor as ideias e ampliar a especificidade da proposta de intervenção.
Pontuações finais:
- Competência 1: 120
- Competência 2: 160
- Competência 3: 160
- Competência 4: 160
- Competência 5: 120
Observação: se desejar, posso sugerir um modelo de estrutura com parágrafos mais coesos e uma proposta de intervenção com detalhamento (agente, ação, meio,