Toca-se que a importância dessa inclusão é o que se impacta na contemporaneidade. Nesse sentido, é preciso defender que a inclusão de pessoas neurodivergentes é imprescindível para inserir uma parte integrante da sociedade singular. É notório, porque indivíduos singulares apresentam formas diferentes de serem importantes à situação com a vivência; isso diferencia e dá uma importância para um mundo diverso, logo faz evidenciar o que já foi citado. “The Good Doctor”, ao protagonizar a série médica com um estudante autista, que, apesar de suas limitações, passa a ser reconhecido pelo seu talento ímpar (uma memória excelente e um conhecimento apurado sobre o corpo humano). Percebe-se que o jovem, mesmo com a neurodivergência, tem o autismo, não torna a pessoa incapacitada, visto que ela pode apresentar habilidades importantes para as organizações.
Além disso, não é possível tampouco excluir pessoas com neurodivergência em uma sociedade, na qual ainda existe discriminação. Essa questão encontra ressonância no filósofo inglês John Locke, ao afirmar que todos os cidadãos possuem direitos naturais inalienáveis, como a vida, a liberdade e a propriedade privada. Portanto, a exclusão de pessoas neurodivergentes na sociedade, especialmente no acesso à educação, empregos formais e participação social, contradiz os ideais de liberdade e igualdade propostos por Locke. Isso se exemplifica na fala de Enrique Dussel, o qual afirma que existe uma modernidade monocultural e excludente, mas, por outro lado, deve haver uma nova prática de inclusão na sociedade, por meio da pluriuniversalidade, na qual todos possam se sentir parte do espaço coletivo.
Com representatividade no Brasil ainda incipiente, os que se categorizam (ou implicam-se) neurodivergentes precisam de inclusão, pois sua importância deve ser destacada. Dessa ideia, é fundamental que o Poder Executivo, mais precisamente o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, promova campanhas de conscientização e inclusão nas escolas, empresas e espaços públicos, com o intuito de apresentar as atividades, com o intuito de eliminar o preconceito e reestruturar.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Com essa pontuação, ou o tema da redação é desenvolvido adequadamente, porém de forma previsível, com pouco avanço em relação ao senso comum ou, embora o texto demonstre domínio adequado do tipo textual exigido, a progressão textual apresenta algum problema.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.
Erros comuns: (C1) 'Toca-se que', repetição de ideias e construção pouco clara ('psique coletiva', 'sendo singular...'); correção: substitua por 'Diz-se que' ou 'É pertinente afirmar que...'; reescrita com clareza: 'A inclusão de pessoas neurodivergentes é essencial para a formação de uma sociedade mais justa.' (C2/C3) uso de referências (Locke, Dussel) sem integração conceitual sólida; sugiro: inserir a ideia com relação direta ao tema e explicar como cada referência sustenta o argumento. (C4) conectivos ausentes ou repetidos; corriga com progressão lógica: início -> desenvolvimento -> conclusão; utilize conectivos de causa/contraste: 'além disso', 'porém', 'logo' etc. (C5) intervenção aparece, mas detalhamento limitado; manter: agente (Estado), ação (campanhas), meio (escolas, empresas, espaços públicos), finalidade (reduzir preconceito, promover inclusão); adicione metas mensuráveis e cronograma.
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Competência 1 – Domínio da Norma-Padrão: 120
- Erros de pontuação e estilo em alguns trechos (ex.: vírgulas, uso de "TDAH" sem explicação, repetições desnecessárias) somados a construções um pouco forçadas. Não há erros graves de concordância graves, mas há estranhezas sintáticas que prejudicam a fluidez.
Competência 2 – Compreensão do tema e aplicação de conceitos: 160
- Tema reconhecido e há tentativa de relacionar inclusão, direitos e referências filosóficas. Entretanto, houve misturas de referências sem desenvolvimento claro de argumentos, com trechos desconexos entre cultura/pop, filosofia e política pública.
Competência 3 – Seleção, organização e interpretação de informações: 120
- Argumentos dispersos e uso de exemplos pouco conectados (The Good Doctor) sem aprofundamento crítico. Falta construção de linha de raciocínio clara e de dados ou evidências consistentes.
Competência 4 – Coesão e coerência: 120
- Conectivos ausentes ou inadequados em várias passagens; repetição de ideias sem progressão lógica; transições frágeis entre parágrafos.
Competência 5 – Proposta de intervenção (com agentes, ações, meios e finalidades): 200
- Proposta de intervenção presente, com agente (Poder Executivo/MDSC), ação (campanhas de conscientização e inclusão), meio (escolas, empresas, espaços públicos) e finalidade (eliminar preconceito e reestruturar). Apresenta todos os elementos, ainda que de forma básica; cumpre o requisito de direitos humanos.
Observação final:
- O texto mantém o tema, mas precisa de uma linha de argumentação mais coesa, com exemplos bem integrados e referências críticas mais bem articuladas. Melhorar a organização entre introdução, desenvolvimento e conclusão, além de fortalecer a conclusão com síntese de ideias e um fechamento mais sólido.
Comentário amiga (em um único parágrafo): Gostei da escolha do tema e da tentativa de dialogar com filosofia, cultura e política pública, mas a redação precisa de foco: organize a linha de argumentação, use conectivos mais claros e amplie a defesa da inclusão com dados ou exemplos mais