Diante desse cenário, é evidente que a atuação insuficiente do Estado contribui para a marginalização dos idosos. Embora a Constituição Federal assegure a dignidade da pessoa humana como um direito fundamental, na prática, muitos indivíduos da terceira idade enfrentam dificuldades no acesso à saúde, à assistência social e a políticas públicas eficazes. Essa realidade evidencia uma falha governamental na promoção do bem-estar dessa parcela da população, o que compromete sua qualidade de vida e reforça sua invisibilidade no tecido social.
Além disso, a permanência de estereótipos negativos acerca do envelhecimento intensifica esse problema. Frequentemente, o idoso é associado à incapacidade, à dependência e à improdutividade, o que contribui para sua exclusão em diferentes esferas sociais. Tal visão, construída culturalmente ao longo do tempo, impede que a sociedade reconheça o potencial e a importância dos mais velhos, desvalorizando suas experiências e saberes. Dessa forma, o preconceito etário — também conhecido como etarismo — torna-se um obstáculo significativo para a construção de uma sociedade mais justa e inclusiva.
Portanto, é imprescindível a adoção de medidas que revertam esse quadro. Cabe ao Estado, por meio do Ministério da Cidadania, ampliar e fortalecer políticas públicas voltadas à população idosa, garantindo acesso digno à saúde, ao lazer e à assistência social, por meio de investimentos e fiscalização efetiva. Paralelamente, as instituições de ensino e os meios de comunicação devem promover campanhas educativas que combatam o etarismo, valorizando o papel social dos idosos. Assim, será possível construir uma sociedade que respeite e reconheça a importância do envelhecimento de forma digna e inclusiva.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita, neste nível, são aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizam reincidência.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, de forma consistente e organizada, configurando autoria, ou seja, os argumentos selecionados estão organizados e relacionados de forma consistente com o ponto de vista defendido e com o tema proposto, configurando-se independência de pensamento e autoria.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula bem as ideias, os argumentos, as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos, sem inadequações.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.
Pontos fortes: tema pertinente, coesão e organização, uso de conectivos. Sugestões de melhoria: evitar referências ficcionais sem relação direta (ex.: “Chaves”) para evitar dispersão de foco; manter o tom mais objetivo. Trecho a melhorar: “Dessa forma, o preconceito etário — também conhecido como etarismo — torna-se um obstáculo” pode ser substituído por “Assim, o etarismo…”. Melhorar a conclusão com uma proposta de intervenção mais específica, por exemplo: agente: Ministério da Cidadania; ação: ampliar políticas de saúde e assistência; meio: orçamento destinações; finalidade: assegurar envelhecimento digno. Trecho proposto: “Instituto X deve criar o programa Y para atender idosos em situação de vulnerabilidade até 2027” para detalhar. Endereçar a responsabilização de municípios, estados e sociedade civil também fortaleceria a argumentação.
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