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Por gabrielas11
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No livro "Brasil, País do Futuro", o autor austríaco Stefan Zweig expressou sua confiança no desenvolvimento exponencial da nação brasileira. Contudo, décadas depois o país ainda enfrenta desafios que impedem esse avanço, sendo a desinformação nas redes sociais um grande obstáculo ao progresso nacional. Por certo, a negligência governamental e a omissão social são as principais causas da persistência dessa situação, ameaça à cidadania digital.
Diante desse cenário, é preciso destacar a insuficiência estatal em relação às notícias falsas na internet. Nesse prisma, o filósofo Nicolau Maquiavel argumenta que o principal objetivo de um político é o acúmulo de poder, relegando a segundo plano a busca pelo bem comum. Sob essa perspectiva, observa-se um descaso por parte do governo, com escassos investimentos em segurança digital para a proteção de todos. Além disso, pouco se fala sobre essa temática, já que não gera apoio eleitoral significativo aos candidatos que propõem combater as fake news. Isso acontece pois grande parte da população não reconhece a gravidade do problema, e acredita que é algo banal e distante. Gerando fraudes na web que ameaçam a cidadania e privacidade dos cidadãos.
Ademais, a falta de apoio popular intensifica a desinformação no cotidiano. Nesse âmbito, a filósofa Hannah Arendt sustenta em sua teoria da “Banalidade do Mal” que a sociedade se cala perante problemas sociais, normalizando situações alarmantes. Nesse viés, é notório a incidência do pensamento de Arendt na situação, já que a sociedade presencia várias vezes tragédias na vida real por conta de notícias falsas, que colocam a saúde e segurança de muitas pessoas em risco. Com isso, há a normalização dos riscos da desinformação à cidadania e pouca pressão da sociedade no governo por mudanças.
Portanto, cabe ao Estado, detentor de recursos para a transformação social, promover campanhas conscientizadoras como “fake news é crime” por meio de oficinas educativas e comerciais televisivos, a fim de mitigar os impactos das notícias falsas nas redes sociais. A mídia deve ampliar a divulgação da temática para que o governo supere a inércia diante do problema. Assim, trilharemos o caminho do futuro, idealizado por Zweig.
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    Principais erros por competência: C1 (gramática) - repetem-se falhas como “Isso acontece pois” (substituir por porque), “é notório a incidência” (concordância), sentenças soltas/fragmentadas (“Gerando fraudes...”). Sugestão: revisar para norma-padrão: “Isso acontece porque…”, “é notória a incidência de…”, evitar orações sem verbo. C2/C3 - uso excessivo de referências teóricas sem vínculo claro com o tema; fortalecer a argumentação com dados ou exemplos atuais. C4 - coesão marginal, falta de conectivos de transição em alguns trechos; usar nonetheless, além disso, por isso, portanto para ligar ideias. C5 - intervenção bem definida: agente, ação, meio e finalidade aparecem; poderia detalhar ações específicas (ex.: públicos-alvo, cronograma, métricas de avaliação) para enriquecer a proposta.

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  1. C1 norma-padrão

    Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.

  2. C2 Compreensão da proposta

    Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Embora ainda possa apresentar alguns problemas no desenvolvimento das ideias, o tema, em seu texto, é bem desenvolvido, com indícios de autoria e certa distância do senso comum demonstrando bom domínio do tipo textual exigido.

  3. C3 seleção de argumentos

    Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.

  4. C4 construção de argumentos

    Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula de forma mediana as partes do texto com inadequações ou alguns desvios e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.

  5. C5 Proposta de Intervenção

    Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

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Por babaloo
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#173984
Avaliação da redação

Competência 1 – Norma-Padrão: 120
- Erros de concordância e regência aparecem, além de uso inadequado de sinais e nomes próprios (Maquiavel vs Maquiavel; “philosopher” em contextos inconsistentes). Não há 24+ erros, mas há mais de 6. Mantém muitos desvios que comprometem a norma em partes relevantes.

Competência 2 – Compreensão do tema e aplicação de conceitos: 160
- O texto reconhece o tema da cidadania digital e desinformação, introduz referências históricas (Zweig), filosóficas (Maquiavel, Arendt) e consequências. Falta aprofundar a relação entre desinformação e cidadania digital de modo mais claro e direto, com exemplos atuais e articulados ao tema proposto.

Competência 3 – Seleção, organização e interpretação de informações: 160
- Observa-se organização em introdução, desenvolvimento e conclusão, com argumentos (governo, sociedade, mídia). Contudo, a interligação entre ideias é às vezes fraca (saltos entre referências sem conexão explícita) e há repetição de proposições semelhantes sem evolução argumentativa.

Competência 4 – Coesão e coerência: 160
- Há uso de conectivos, porém a progressão lógica é irregular em alguns trechos. Há momentos de súbito desvio de foco (citações sem contextualização) que prejudicam a fluidez. Melhorias na transição entre parágrafos alinharão o texto.

Competência 5 – Proposta de intervenção: 120
- Proposta com elementos básicos: campanha educativa, ações do Estado, mídia. Falta detalhar o agente, ação, meio e finalidade de forma mais específica (quem faz, como, com quê recursos, metas mensuráveis, direitos envolvidos). Não atende plenamente à exigência de detalhamento.

Observações finais:
- Redação abaixo de 450 caracteres? Não. Mantém tamanho adequado, porém há excesso de citações sem contextualização robusta.
- Pontos fortes: tema identificado, tentativa de diálogo entre governo, sociedade e mídia, uso de referências históricas.
- Pontos a melhorar: aprofundar relação entre desinformação e cidadania digital, fortalecer os argumentos com exemplos contemporâneos, detalhar
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