- 04 Ago 2020, 21:01
#32331
Na série norte-americana "Atypical", é contada a história de Sam, um garoto de 18 anos diagnosticado dentro do espectro do autismo. Ao decorrer dos episódios, é mostrado o cotidiano do jovem e os problemas enfrentados pelo mesmo, sendo decorrentes de exclusão social e dificuldades na vida adulta, acometida pela desinformação populacional e envolta de preconceito. Fora da ficção, a exclusão de pessoas do espectro é persistente no século XXI causando problemas de introspecção ainda maiores para portadores da síndrome. Dessa forma é vital que tais práticas sejam remediadas.
Em primeira análise, contrata-se que os pré julgamentos da sociedade decorrem em torno da desinformação a respeito do (TEA) Transtorno Do Espectro Autista. A falta de conhecimento sobre o assunto afeta fortemente diagnosticados com a síndrome tornando-os mais introspectivos e sendo maioritariamente excluídos da sociedade, acarretando ainda mais obstáculos na inserção no meio trabalhista. Contrapondo assim, a ideia de Albert Einstein, físico alemão, que acreditava ser mais fácil desintegrar um átomo do que o preconceito. Afinal, a sociedade é dura com aqueles que são diferentes.
Em segunda análise, é possível relatar que a luta para maior inclusão das pessoas com autismo Obteve mais voz à partir do apresentador de rede de televisão, Marcos Mion. A aprovação da Lei Romeo Mion no senado foi uma grande conquista para os portadores de TEA. A lei garante uma carteira exclusiva para as pessoas com autismo e dão reconhecimento e respeito que elas merecem. Endossando um patamar de visibilidade inédito.
Logo, urge que medidas sejam tomadas com o intuito de coibir o problema discorrido. Ao Governo Federal, caberá a ampliação de acesso a informação por meio de parcerias com canais de rádio e televisão para que seja evidenciados problemas decorridos da exclusão de pessoas autistas. De modo que a população adquira maior conhecimento sobre o assunto e rompa barreiras de preconceito já instauradas, com a finalidade que obtenha-se uma sociedade livre de preconceito e mais igualitária.
Em primeira análise, contrata-se que os pré julgamentos da sociedade decorrem em torno da desinformação a respeito do (TEA) Transtorno Do Espectro Autista. A falta de conhecimento sobre o assunto afeta fortemente diagnosticados com a síndrome tornando-os mais introspectivos e sendo maioritariamente excluídos da sociedade, acarretando ainda mais obstáculos na inserção no meio trabalhista. Contrapondo assim, a ideia de Albert Einstein, físico alemão, que acreditava ser mais fácil desintegrar um átomo do que o preconceito. Afinal, a sociedade é dura com aqueles que são diferentes.
Em segunda análise, é possível relatar que a luta para maior inclusão das pessoas com autismo Obteve mais voz à partir do apresentador de rede de televisão, Marcos Mion. A aprovação da Lei Romeo Mion no senado foi uma grande conquista para os portadores de TEA. A lei garante uma carteira exclusiva para as pessoas com autismo e dão reconhecimento e respeito que elas merecem. Endossando um patamar de visibilidade inédito.
Logo, urge que medidas sejam tomadas com o intuito de coibir o problema discorrido. Ao Governo Federal, caberá a ampliação de acesso a informação por meio de parcerias com canais de rádio e televisão para que seja evidenciados problemas decorridos da exclusão de pessoas autistas. De modo que a população adquira maior conhecimento sobre o assunto e rompa barreiras de preconceito já instauradas, com a finalidade que obtenha-se uma sociedade livre de preconceito e mais igualitária.