- 21 Nov 2020, 04:39
#43810
Assinada em 1888, pela princesa Isabel, a Lei Áurea finalizou o processo gradual de abolição da escravidão no Brasil, garantindo a liberdade incondicional dos negros escravizados. No entanto, tal medida foi insuficiente para a eliminação do racismo, o que vítima, ainda hoje, grande parcela da população brasileira. Diante dessa perspectiva, cave avaliar os fatores que favorecem esse quadro. Nesse contexto, não há dúvidas de que o combate ao racismo é um desafio no Brasil, o qual ocorre, infelizmente, não só às dificuldades para ascenção econômica, mas também às deficiências da educação básica.
Em primeira análise, compreende-se o enriquecimento como um fator fundamental para a conquista da igualdade, que por sua vez, é um fator primordial no combate ao racismo. Hobiernamente, ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil permite oportunidades de ascensão financeira à todos os indivíduos. Contudo, a realidade é que justamente o oposto e o resultado disso é claramente refletido na desigualdade econômica e racial. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, pretos e pardos tem, em geral, metade da renda diária de indivíduos brancos. Diante do exposto, evidência uma clara desvantagem racial no Brasil, fruto de um século de leis burocráticas que dificultam a criação de empregos, tributação sobre consumo - algo que inevitavelmente atinge de forma injusta os mais pobres - e políticas inflacionários, que em regra, criam ainda mais desigualdade. Assim, entende-se que fatores políticos e econômicos acentuam a desigualdade e por consequência, o racismo.
Faz-se mister, ainda, salientar a educação como impulsionador da problemática. De acordo com o economista e diplomata brasileiro, Roberto Campos, as deficiências da educação básica prejudicam a formação acadêmica dos indivíduos de baixa renda - compostos principalmente por afrodescendentes. Nota-se que o enriquecimento está intrinsecamente relacionado ao ensino, tendo em vista a fundamental necessidade da qualificação da "mão de obra", além da instrução financeira dos indivíduos. Em contraponto a isso, o Brasil é hoje, por volta do 65° país na avaliação da educação feita pelo PISA. Diante disso, torna-se essencial a priorização de investimento no ensino fundamental, o que ao longo prazo, permite uma justa concorrência de pessoas de diferente classe social, e diminuindo a desigualdade racial.
Infere-se, portanto, que ainda há entraves para a eliminação do racismo na sociedade brasileira. Dessa maneira, urge que o Parlamento Brasileiro deve realizar estudos afim de realizar reformas estruturais que permitam a ascensão financeira de pessoas pobres, a exemplo de países como a Nova Zelândia e Estônia, com baixo nível de desigualdade. Além disso, é fundamental que a sociedade cobre do poder executivo, municipal, estadual e federal, por meio de manifestações pacíficas, a priorização de recursos orçamentários na educação básica, visando a correção das diversas deficiências do ensino público brasileiro. Dessa forma, o Brasil diminuiria não apenas a desigualdade, como também o racismo.
Em primeira análise, compreende-se o enriquecimento como um fator fundamental para a conquista da igualdade, que por sua vez, é um fator primordial no combate ao racismo. Hobiernamente, ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil permite oportunidades de ascensão financeira à todos os indivíduos. Contudo, a realidade é que justamente o oposto e o resultado disso é claramente refletido na desigualdade econômica e racial. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, pretos e pardos tem, em geral, metade da renda diária de indivíduos brancos. Diante do exposto, evidência uma clara desvantagem racial no Brasil, fruto de um século de leis burocráticas que dificultam a criação de empregos, tributação sobre consumo - algo que inevitavelmente atinge de forma injusta os mais pobres - e políticas inflacionários, que em regra, criam ainda mais desigualdade. Assim, entende-se que fatores políticos e econômicos acentuam a desigualdade e por consequência, o racismo.
Faz-se mister, ainda, salientar a educação como impulsionador da problemática. De acordo com o economista e diplomata brasileiro, Roberto Campos, as deficiências da educação básica prejudicam a formação acadêmica dos indivíduos de baixa renda - compostos principalmente por afrodescendentes. Nota-se que o enriquecimento está intrinsecamente relacionado ao ensino, tendo em vista a fundamental necessidade da qualificação da "mão de obra", além da instrução financeira dos indivíduos. Em contraponto a isso, o Brasil é hoje, por volta do 65° país na avaliação da educação feita pelo PISA. Diante disso, torna-se essencial a priorização de investimento no ensino fundamental, o que ao longo prazo, permite uma justa concorrência de pessoas de diferente classe social, e diminuindo a desigualdade racial.
Infere-se, portanto, que ainda há entraves para a eliminação do racismo na sociedade brasileira. Dessa maneira, urge que o Parlamento Brasileiro deve realizar estudos afim de realizar reformas estruturais que permitam a ascensão financeira de pessoas pobres, a exemplo de países como a Nova Zelândia e Estônia, com baixo nível de desigualdade. Além disso, é fundamental que a sociedade cobre do poder executivo, municipal, estadual e federal, por meio de manifestações pacíficas, a priorização de recursos orçamentários na educação básica, visando a correção das diversas deficiências do ensino público brasileiro. Dessa forma, o Brasil diminuiria não apenas a desigualdade, como também o racismo.
- 21 Nov 2020, 04:41
#43811
Bom dia @GlendaMorais, poderia por gentileza dar uma olhada nessa redação? Ficarei grato.
- 21 Nov 2020, 13:18
#43850
DavidBRBut escreveu:@EduardoPedro @Geralcinoj , @sixthero @Anna1, poderia revisar minha redação? Agradeço desde já.Posso sim. Só peço que aguarde.
Tirei 960 no Enem de 2020
. Agradeço muito as pessoas deste site.
. Link da minha redação.
o-estigma-associado-as-doencas-mentais- ... 28496.html
- 21 Nov 2020, 13:18
#43851
DavidBRBut escreveu:Bom dia @GlendaMorais, poderia por gentileza dar uma olhada nessa redação? Ficarei grato.Claro!
Paz, mesmo havendo guerra..
Educação, apesar da ignorância...
Amor, ao inves de qualquer ódio...
P.s. A procura dessa amor.... :/
Educação, apesar da ignorância...
Amor, ao inves de qualquer ódio...
P.s. A procura dessa amor.... :/
- 21 Nov 2020, 13:49
#43856
Contextualização
Apresentação do tema
Tese
Termos coesivos
Tópico Frasal
Dados
Argumentação
Arrematação da Tese
Elementos da proposta de intervenção
Frase de efeito
Comentários
Assinada em 1888, pela princesa Isabel, a Lei Áurea finalizou o processo gradual de abolição da escravidão no Brasil, garantindo a liberdade incondicional dos negros escravizados. No entanto, tal medida foi insuficiente para a eliminação do racismo, o que vítima( O que vítima? Não entendi essa parte!), ainda hoje, grande parcela da população brasileira. Diante dessa perspectiva, cave avaliar os fatores que favorecem esse quadro. Nesse contexto, não há dúvidas de que o combate ao racismo é um desafio no Brasil, o qual ocorre, infelizmente, não só às dificuldades para ascenção econômica, mas também às deficiências da educação básica.( Nessa introdução encontro a contextualização, a a presentação do tema e a tese, só aquele trecho que não compreendi!)
Em primeira análise, compreende-se o enriquecimento como um fator fundamental para a conquista da igualdade, que por sua vez, é um fator primordial no combate ao racismo. Hobiernamente, ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil permite oportunidades de ascensão financeira à todos os indivíduos. Contudo, a realidade é que justamente o oposto e o resultado disso é claramente refletido na desigualdade econômica e racial. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, pretos e pardos tem, em geral, metade da renda diária de indivíduos brancos. Diante do exposto, evidência uma clara desvantagem racial no Brasil, fruto de um século de leis burocráticas que dificultam a criação de empregos, tributação sobre consumo - algo que inevitavelmente atinge de forma injusta os mais pobres - e políticas inflacionários, que em regra, criam ainda mais desigualdade. Assim, entende-se que fatores políticos e econômicos acentuam a desigualdade e por consequência, o racismo.( Nesse desenvolvimento tudo ok! Boa argumentação!)
Faz-se mister, ainda, salientar a educação como impulsionador da problemática. De acordo com o economista e diplomata brasileiro, Roberto Campos, as deficiências da educação básica prejudicam a formação acadêmica dos indivíduos de baixa renda - compostos principalmente por afrodescendentes. Nota-se que o enriquecimento está intrinsecamente relacionado ao ensino, tendo em vista a fundamental necessidade da qualificação da "mão de obra", além da instrução financeira dos indivíduos. Em contraponto a isso, o Brasil é hoje, por volta do 65° país na avaliação da educação feita pelo PISA. Diante disso, torna-se essencial a priorização de investimento no ensino fundamental, o que ao longo prazo, permite uma justa concorrência de pessoas de diferente classe social, e diminuindo a desigualdade racial.( Nesse desenvolvimento noto que você poderia argumentar um pouco mais e utilizar apenas um dado comprovativo. Você utilizou dois o que eu acho que foi desnecessário, a partir do momento em que se valoriza mais a argumentação no parágrafo. De resto tudo ok!)
Infere-se, portanto, que ainda há entraves para a eliminação do racismo na sociedade brasileira. Dessa maneira, urge que o Parlamento Brasileiro ( Agente)deve realizar estudos ( Ação)afim de realizar reformas estruturais que permitam a ascensão financeira de pessoas pobres, a exemplo de países como a Nova Zelândia e Estônia, com baixo nível de desigualdade( Finalidade). Além disso, é fundamental que a sociedade( Agente) cobre do poder executivo, municipal, estadual e federal, por meio de manifestações pacíficas( Meio), a priorização de recursos orçamentários na educação básica( Ação), visando a correção das diversas deficiências do ensino público brasileiro( Finnalidade). Dessa forma, o Brasil diminuiria não apenas a desigualdade, como também o racismo.( Conclusão incompleta! Faltou o Detalhamento da segunda proposta! Recomendo a fazer apenas uma proposta de intervenção e não duas para assim economizar as linhas !)
Sua redação é muito boa, mas carece de alguns recursos relevantes ok. Aconselho que estude argumentação e proposta de intervenção ok!
No mais, é só!
Espero a próxima!
Apresentação do tema
Tese
Termos coesivos
Tópico Frasal
Dados
Argumentação
Arrematação da Tese
Elementos da proposta de intervenção
Frase de efeito
Comentários
Assinada em 1888, pela princesa Isabel, a Lei Áurea finalizou o processo gradual de abolição da escravidão no Brasil, garantindo a liberdade incondicional dos negros escravizados. No entanto, tal medida foi insuficiente para a eliminação do racismo, o que vítima( O que vítima? Não entendi essa parte!), ainda hoje, grande parcela da população brasileira. Diante dessa perspectiva, cave avaliar os fatores que favorecem esse quadro. Nesse contexto, não há dúvidas de que o combate ao racismo é um desafio no Brasil, o qual ocorre, infelizmente, não só às dificuldades para ascenção econômica, mas também às deficiências da educação básica.( Nessa introdução encontro a contextualização, a a presentação do tema e a tese, só aquele trecho que não compreendi!)
Em primeira análise, compreende-se o enriquecimento como um fator fundamental para a conquista da igualdade, que por sua vez, é um fator primordial no combate ao racismo. Hobiernamente, ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil permite oportunidades de ascensão financeira à todos os indivíduos. Contudo, a realidade é que justamente o oposto e o resultado disso é claramente refletido na desigualdade econômica e racial. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, pretos e pardos tem, em geral, metade da renda diária de indivíduos brancos. Diante do exposto, evidência uma clara desvantagem racial no Brasil, fruto de um século de leis burocráticas que dificultam a criação de empregos, tributação sobre consumo - algo que inevitavelmente atinge de forma injusta os mais pobres - e políticas inflacionários, que em regra, criam ainda mais desigualdade. Assim, entende-se que fatores políticos e econômicos acentuam a desigualdade e por consequência, o racismo.( Nesse desenvolvimento tudo ok! Boa argumentação!)
Faz-se mister, ainda, salientar a educação como impulsionador da problemática. De acordo com o economista e diplomata brasileiro, Roberto Campos, as deficiências da educação básica prejudicam a formação acadêmica dos indivíduos de baixa renda - compostos principalmente por afrodescendentes. Nota-se que o enriquecimento está intrinsecamente relacionado ao ensino, tendo em vista a fundamental necessidade da qualificação da "mão de obra", além da instrução financeira dos indivíduos. Em contraponto a isso, o Brasil é hoje, por volta do 65° país na avaliação da educação feita pelo PISA. Diante disso, torna-se essencial a priorização de investimento no ensino fundamental, o que ao longo prazo, permite uma justa concorrência de pessoas de diferente classe social, e diminuindo a desigualdade racial.( Nesse desenvolvimento noto que você poderia argumentar um pouco mais e utilizar apenas um dado comprovativo. Você utilizou dois o que eu acho que foi desnecessário, a partir do momento em que se valoriza mais a argumentação no parágrafo. De resto tudo ok!)
Infere-se, portanto, que ainda há entraves para a eliminação do racismo na sociedade brasileira. Dessa maneira, urge que o Parlamento Brasileiro ( Agente)deve realizar estudos ( Ação)afim de realizar reformas estruturais que permitam a ascensão financeira de pessoas pobres, a exemplo de países como a Nova Zelândia e Estônia, com baixo nível de desigualdade( Finalidade). Além disso, é fundamental que a sociedade( Agente) cobre do poder executivo, municipal, estadual e federal, por meio de manifestações pacíficas( Meio), a priorização de recursos orçamentários na educação básica( Ação), visando a correção das diversas deficiências do ensino público brasileiro( Finnalidade). Dessa forma, o Brasil diminuiria não apenas a desigualdade, como também o racismo.( Conclusão incompleta! Faltou o Detalhamento da segunda proposta! Recomendo a fazer apenas uma proposta de intervenção e não duas para assim economizar as linhas !)
Sua redação é muito boa, mas carece de alguns recursos relevantes ok. Aconselho que estude argumentação e proposta de intervenção ok!
No mais, é só!
Espero a próxima!
Paz, mesmo havendo guerra..
Educação, apesar da ignorância...
Amor, ao inves de qualquer ódio...
P.s. A procura dessa amor.... :/
Educação, apesar da ignorância...
Amor, ao inves de qualquer ódio...
P.s. A procura dessa amor.... :/
- 21 Nov 2020, 13:52
#43857
Sua nota ficou 920!
Espero ter ajudado!
Espero ter ajudado!
Paz, mesmo havendo guerra..
Educação, apesar da ignorância...
Amor, ao inves de qualquer ódio...
P.s. A procura dessa amor.... :/
Educação, apesar da ignorância...
Amor, ao inves de qualquer ódio...
P.s. A procura dessa amor.... :/
- 21 Nov 2020, 18:05
#43884
CORREÇÃO (X)
ERRO
Assinada em 1888, pela princesa Isabel, a Lei Áurea finalizou o processo gradual de abolição da escravidão no Brasil, garantindo a liberdade incondicional dos negros escravizados. No entanto, tal medida foi insuficiente para a eliminação do racismo, o que vitimiza, ainda hoje, grande parcela da população brasileira. Diante dessa perspectiva, cabe avaliar os fatores que favorecem esse quadro. Nesse contexto, não há dúvidas de que o combate ao racismo é um desafio no Brasil, o qual ocorre, infelizmente, não só as dificuldades para ascensão econômica, mas também as deficiências da educação básica.
Em primeira análise, compreende-se o enriquecimento como um fator fundamental para a conquista da igualdade, que por sua vez(,) é um fator primordial no combate do racismo. Hodiernamente, ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil permite oportunidades de ascensão financeira à todos os indivíduos. Contudo, a realidade é que justamente o oposto e o resultado disso é claramente refletido na desigualdade econômica e racial. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, pretos e pardos tem, em geral, metade da renda diária de indivíduos brancos. Diante do exposto, evidência uma clara desvantagem racial no Brasil, fruto (1)de um século de leis burocráticas que dificultam a criação de empregos, tributação sobre consumo - algo que inevitavelmente atinge de forma injusta os mais pobres - e políticas inflacionários, que em regra, criam ainda mais desigualdade. Assim, entende-se que fatores políticos e econômicos acentuam a desigualdade e por consequência, o racismo.
Faz-se mister, ainda, salientar a educação como impulsionador da problemática. De acordo com o economista e diplomata brasileiro, Roberto Campos, as deficiências da educação básica prejudicam a formação acadêmica dos indivíduos de baixa renda - compostos principalmente por afrodescendentes. Nota-se que o enriquecimento(2) está intrinsecamente relacionado ao ensino, tendo em vista a fundamental necessidade da qualificação da "mão de obra", além da instrução financeira dos indivíduos. Em contraponto a isso, o Brasil é hoje, por volta do 65° país na avaliação da educação feita pelo PISA. Diante disso, torna-se essencial a priorização de investimento no ensino fundamental, o que ao longo prazo, permite uma justa concorrência de pessoas de diferente classe social, e diminuindo a desigualdade racial.
Infere-se, portanto, que ainda há entraves para a eliminação do racismo na sociedade brasileira. Dessa maneira, urge que o Parlamento Brasileiro deve realizar estudos afim(4) de realizar reformas estruturais que permitam a ascensão financeira de pessoas pobres, a exemplo de países como a Nova Zelândia e Estônia, com baixo nível de desigualdade. Além disso, é fundamental que a sociedade cobre do poder executivo, municipal, estadual e federal, por meio de manifestações pacíficas, a priorização de recursos orçamentários na educação básica, visando a correção das diversas deficiências do ensino público brasileiro. Dessa forma, o Brasil diminuiria não apenas a desigualdade, como também o racismo.
(1)-Termo da linguagem coloquial (Informal).
(2)-O que seria enriquecimento? Sei o que você quis dizer, porém é preciso não deixar em aberto. Rico significar ser detentor de muitos bens.
(3)-Como Glenda falou, um repertório já é suficiente. O importante é trabalhar na sua argumentação nos desenvolvimentos, o que foi pouco recorrente no segundo parágrafo.
(4)-Humm. Então o Parlamento quer alguma relação amorosa com as reformas estruturais.
O correto nesse caso é "a fim"(separado).
(5)-Sobre a conclusão, faça somente uma intervenção ou duas com a segunda bastante superficial. Fazer uma segunda proposta é de sua escolha, porém ela não vai aumentar ou diminuir a sua nota. O que é considerado é a intervenção com todos os elementos, entretanto, se as duas faltarem elementos é considerado a que tiver mais.(Agente; Ação; Meio/Modo; Finalidade; Detalhamento
Não tive muito o que falar. Deixo alguns links que provavelmente irão te ajudar.
crase-c1-t15053.html
ERRO
Assinada em 1888, pela princesa Isabel, a Lei Áurea finalizou o processo gradual de abolição da escravidão no Brasil, garantindo a liberdade incondicional dos negros escravizados. No entanto, tal medida foi insuficiente para a eliminação do racismo, o que vitimiza, ainda hoje, grande parcela da população brasileira. Diante dessa perspectiva, cabe avaliar os fatores que favorecem esse quadro. Nesse contexto, não há dúvidas de que o combate ao racismo é um desafio no Brasil, o qual ocorre, infelizmente, não só as dificuldades para ascensão econômica, mas também as deficiências da educação básica.
Em primeira análise, compreende-se o enriquecimento como um fator fundamental para a conquista da igualdade, que por sua vez(,) é um fator primordial no combate do racismo. Hodiernamente, ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil permite oportunidades de ascensão financeira à todos os indivíduos. Contudo, a realidade é que justamente o oposto e o resultado disso é claramente refletido na desigualdade econômica e racial. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, pretos e pardos tem, em geral, metade da renda diária de indivíduos brancos. Diante do exposto, evidência uma clara desvantagem racial no Brasil, fruto (1)de um século de leis burocráticas que dificultam a criação de empregos, tributação sobre consumo - algo que inevitavelmente atinge de forma injusta os mais pobres - e políticas inflacionários, que em regra, criam ainda mais desigualdade. Assim, entende-se que fatores políticos e econômicos acentuam a desigualdade e por consequência, o racismo.
Faz-se mister, ainda, salientar a educação como impulsionador da problemática. De acordo com o economista e diplomata brasileiro, Roberto Campos, as deficiências da educação básica prejudicam a formação acadêmica dos indivíduos de baixa renda - compostos principalmente por afrodescendentes. Nota-se que o enriquecimento(2) está intrinsecamente relacionado ao ensino, tendo em vista a fundamental necessidade da qualificação da "mão de obra", além da instrução financeira dos indivíduos. Em contraponto a isso, o Brasil é hoje, por volta do 65° país na avaliação da educação feita pelo PISA. Diante disso, torna-se essencial a priorização de investimento no ensino fundamental, o que ao longo prazo, permite uma justa concorrência de pessoas de diferente classe social, e diminuindo a desigualdade racial.
Infere-se, portanto, que ainda há entraves para a eliminação do racismo na sociedade brasileira. Dessa maneira, urge que o Parlamento Brasileiro deve realizar estudos afim(4) de realizar reformas estruturais que permitam a ascensão financeira de pessoas pobres, a exemplo de países como a Nova Zelândia e Estônia, com baixo nível de desigualdade. Além disso, é fundamental que a sociedade cobre do poder executivo, municipal, estadual e federal, por meio de manifestações pacíficas, a priorização de recursos orçamentários na educação básica, visando a correção das diversas deficiências do ensino público brasileiro. Dessa forma, o Brasil diminuiria não apenas a desigualdade, como também o racismo.
(1)-Termo da linguagem coloquial (Informal).
(2)-O que seria enriquecimento? Sei o que você quis dizer, porém é preciso não deixar em aberto. Rico significar ser detentor de muitos bens.
(3)-Como Glenda falou, um repertório já é suficiente. O importante é trabalhar na sua argumentação nos desenvolvimentos, o que foi pouco recorrente no segundo parágrafo.
(4)-Humm. Então o Parlamento quer alguma relação amorosa com as reformas estruturais.
(5)-Sobre a conclusão, faça somente uma intervenção ou duas com a segunda bastante superficial. Fazer uma segunda proposta é de sua escolha, porém ela não vai aumentar ou diminuir a sua nota. O que é considerado é a intervenção com todos os elementos, entretanto, se as duas faltarem elementos é considerado a que tiver mais.(Agente; Ação; Meio/Modo; Finalidade; Detalhamento
Não tive muito o que falar. Deixo alguns links que provavelmente irão te ajudar.
crase-c1-t15053.html
Tirei 960 no Enem de 2020
. Agradeço muito as pessoas deste site.
. Link da minha redação.
o-estigma-associado-as-doencas-mentais- ... 28496.html