- 31 Jan 2021, 20:54
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“Todos têm direito a proteção igual contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação” De acordo com o artigo 7 da Constituição Federal de 1998, todos os cidadãos, independente de seu gênero, são iguais. Contudo, essa teoria não se aplica a realidade oriunda de grande parte das mulheres brasileiras visto que sofrem inúmeras discriminações no Brasil hodierno. Sendo assim, visasse necessário tomar medidas para a mudança de tal cenário de submissão feminina na sociedade brasileira.
Primeiramente, é de extrema importância ressaltar o contexto histórico como principal causa desse problema. Sob essa visão, vale salientar que o sistema patriarcal é responsável por atribuir o homem e a figura masculina a liderança seja socialmente, economicamente ou familiar. Em virtude disso, a mulher tem um papel inferior já que criou a imagem de um ser frágil e incapaz, a qual só servia para cuidar do lar e dos afazeres domésticos. Logo, se tornou ‘’normal’’ a condição de submissão e acatamento da mulher, a transformando em um mero objeto.
Por outro lado, segundo a escola de Frankfurt, a mídia produz padrões de comportamentos e pensamentos a serem seguidos pela sociedade. Sendo esse, um dos maiores motivos já que os seriados de TV possuem personagens com preconceitos enraizados onde a mulher tende a ficar em casa e cuidar dos filhos enquanto os homens são considerados os líderes da família. Podendo citar um episódio de ‘’Eu a patroa e as crianças’’ Onde Jay, mulher de Michael Kyle decide voltar a trabalhar, causando uma grande revolta em seu marido já que os afazeres domésticos ficarão pendentes sem ela. A série cria todo um contexto apoiando o lado de Michael. Consequentemente, influenciando os telespectadores a terem esse pensamento machista e criando pessoas intolerantes quanto à ida da mulher no mercado de trabalho, dificultando cada vez mais a liberdade da mulher no mundo hodierno.
Em vista dos argumentos apresentados, torna-se necessário atitudes para combater tal realidade. Dessarte, cabe ao Ministério da Educação (MEC) juntar-se com as mídias com o objetivo da inserção de campanhas televisivas que influenciam diretamente a sociedade a denunciar os casos de violência. Então, por sua vez o MEC promoverá palestras com o intuito de mostrar às crianças e os adolescentes a importância de denunciar. Com isso, as mulheres enfrentariam finalmente este obstáculo que está as assombrando desde os primórdios.
Primeiramente, é de extrema importância ressaltar o contexto histórico como principal causa desse problema. Sob essa visão, vale salientar que o sistema patriarcal é responsável por atribuir o homem e a figura masculina a liderança seja socialmente, economicamente ou familiar. Em virtude disso, a mulher tem um papel inferior já que criou a imagem de um ser frágil e incapaz, a qual só servia para cuidar do lar e dos afazeres domésticos. Logo, se tornou ‘’normal’’ a condição de submissão e acatamento da mulher, a transformando em um mero objeto.
Por outro lado, segundo a escola de Frankfurt, a mídia produz padrões de comportamentos e pensamentos a serem seguidos pela sociedade. Sendo esse, um dos maiores motivos já que os seriados de TV possuem personagens com preconceitos enraizados onde a mulher tende a ficar em casa e cuidar dos filhos enquanto os homens são considerados os líderes da família. Podendo citar um episódio de ‘’Eu a patroa e as crianças’’ Onde Jay, mulher de Michael Kyle decide voltar a trabalhar, causando uma grande revolta em seu marido já que os afazeres domésticos ficarão pendentes sem ela. A série cria todo um contexto apoiando o lado de Michael. Consequentemente, influenciando os telespectadores a terem esse pensamento machista e criando pessoas intolerantes quanto à ida da mulher no mercado de trabalho, dificultando cada vez mais a liberdade da mulher no mundo hodierno.