- 22 Mar 2021, 23:24
#56802
É evidente que nas décadas passadas a importância de se ter uma certidão de nascimento não teve seu devido valor. Indivíduos que nascem em um meio de extrema pobreza, muitas vezes, não compreendem o significado da palavra cidadania.
Pode-se mencionar que milhões de brasileiros não possuem um documento de identificação, revelando que estas pessoas não “existem” perante a certas circunstâncias, visto que, estes citados são geralmente os que mais precisam de um auxílio financeiro ou de serviços públicos como saúde e educação. Em muitos casos, o indivíduo busca o seu direito, porém, pela mãe também não ser registrada, não é efetuada a certidão, desta forma, a maioria dos atingidos não conseguem frequentar escolas, consultar no SUS e passam à margem de qualquer tipo de ação do estado.
Os dados mais aproximados são os dos cartórios, mostrados pelo IBGE em “Estatísticas do Registro Civil”, em dezembro de 2000, quando 21,3% das crianças nascidas no país não foram registradas no mesmo ano, o que equivale entre 700 mil e 1 milhão de crianças. Além disso, o registro de nascimento é o primeiro passo para a inclusão social, este põe em vigor a existência do indivíduo, privando o mesmo desse direito, forma-se gerações de sem-documentos ou também de não-cidadãos.
Assim, para melhorar o quadro atual a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos deve fiscalizar as localidades focadas em não haver certidões e intervir com campanhas relevando a importância do documento, como também, ajudar financeiramente no deslocamento dos brasileiros que moram em regiões rurais que não frequentam cartórios. Apenas dessa forma este problema de cidadania inscrito na sociedade poderá ser mudado.
Pode-se mencionar que milhões de brasileiros não possuem um documento de identificação, revelando que estas pessoas não “existem” perante a certas circunstâncias, visto que, estes citados são geralmente os que mais precisam de um auxílio financeiro ou de serviços públicos como saúde e educação. Em muitos casos, o indivíduo busca o seu direito, porém, pela mãe também não ser registrada, não é efetuada a certidão, desta forma, a maioria dos atingidos não conseguem frequentar escolas, consultar no SUS e passam à margem de qualquer tipo de ação do estado.
Os dados mais aproximados são os dos cartórios, mostrados pelo IBGE em “Estatísticas do Registro Civil”, em dezembro de 2000, quando 21,3% das crianças nascidas no país não foram registradas no mesmo ano, o que equivale entre 700 mil e 1 milhão de crianças. Além disso, o registro de nascimento é o primeiro passo para a inclusão social, este põe em vigor a existência do indivíduo, privando o mesmo desse direito, forma-se gerações de sem-documentos ou também de não-cidadãos.
Assim, para melhorar o quadro atual a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos deve fiscalizar as localidades focadas em não haver certidões e intervir com campanhas relevando a importância do documento, como também, ajudar financeiramente no deslocamento dos brasileiros que moram em regiões rurais que não frequentam cartórios. Apenas dessa forma este problema de cidadania inscrito na sociedade poderá ser mudado.