- 16 Mai 2021, 10:07
#62800
O Brasil, conforme o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, é um dos dez países mais desiguais do mundo. Essa afirmação é confirmada, por causa da formação histórica e sociocultural do país que contribuiu ao aumento das desigualdades socioeconômicas e, principalmente, das raciais - por meio de discriminações estruturais enraizadas culturalmente no território nacional. Na sociedade contemporânea, é fato de que há desafios para a redução das desigualdades raciais, em virtude da distribuição não-igualitária de rendas e domicílios inadequados sem o acesso a serviços de saneamento básicos.
Embora, a maioria da população brasileira seja negra ou parda, ainda assim, esse grupo compõe apenas 27,7% das pessoas que compõem os 10% com maiores rendimentos domiciliares, enquanto que 75,2% deles correspondem aos 10% dos menores números de rendimento. Além disso, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o rendimento médio per capita da população branca é o dobro da população preta ou parda, apresentando - R$ 1846 em oposição de R$ 934.
Outrossim, há significativa desproporção nas coberturas de serviços para o acesso de saneamento básico, principalmente, nas populações negras ou pardas que residem em condições precárias, vulneráveis e expostas para a contaminação de doenças, visto que estão em situações inadequadas de saneamento e condições básicas, essa discrepância implica em maiores taxas de mortalidade infantil.
Portanto, reitera-se que que medidas sejam tomadas para solucionar o desafio das desigualdades raciais. Conforme que mudanças às condições precárias de populações negras e pardas sejam restabelecidas, promovendo melhoras na infraestrutura domiciliar e educacional nas escolas de redes públicas, assim como, maior inserção de pessoas negras em cargos de alto domínio e a diminuição do ônus e adensamentos excessivos. Dessa maneira, a sociedade irá aplicar a Constituição de 1988, não apenas no papel, mas em prol do cidadão.
Embora, a maioria da população brasileira seja negra ou parda, ainda assim, esse grupo compõe apenas 27,7% das pessoas que compõem os 10% com maiores rendimentos domiciliares, enquanto que 75,2% deles correspondem aos 10% dos menores números de rendimento. Além disso, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o rendimento médio per capita da população branca é o dobro da população preta ou parda, apresentando - R$ 1846 em oposição de R$ 934.
Outrossim, há significativa desproporção nas coberturas de serviços para o acesso de saneamento básico, principalmente, nas populações negras ou pardas que residem em condições precárias, vulneráveis e expostas para a contaminação de doenças, visto que estão em situações inadequadas de saneamento e condições básicas, essa discrepância implica em maiores taxas de mortalidade infantil.
Portanto, reitera-se que que medidas sejam tomadas para solucionar o desafio das desigualdades raciais. Conforme que mudanças às condições precárias de populações negras e pardas sejam restabelecidas, promovendo melhoras na infraestrutura domiciliar e educacional nas escolas de redes públicas, assim como, maior inserção de pessoas negras em cargos de alto domínio e a diminuição do ônus e adensamentos excessivos. Dessa maneira, a sociedade irá aplicar a Constituição de 1988, não apenas no papel, mas em prol do cidadão.