- 28 Jul 2021, 15:07
#72621
O escritor Carlos Drummond de Andrade, em seu poema "No meio do caminho", retrata de modo figurado, os contratempos que o ser humano sofre em sua jornada. Analogamente, essa conjuntura assemelha-se à luta das pessoas afetadas com a discriminação de suas religiões. Dessa maneira, é evidente que a problemática se desenvolve não só devido a ausência do cumprimento de leis, mas também a falta de informação sobre determinadas religiões.
Precipuamente, é fulcral pontuar que, a omissão governamental gera muitos conflitos, como o aumento dos crimes de ódio, prejudicando as relações humanas. Sob a perspectiva do filósofo São Tomás de Aquino, em uma sociedade democrática, todos os indivíduos são dignos e têm a mesma importância, além de direitos e deveres que devem ser garantidos pelo estado, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Nesse sentido, por causa da baixa operação das autoridades, nem todos são tratadas com igualdade. A Declaração Universal dos direitos humanos assegura que todos são iguais independente de religião, mas o respeito as diferentes religiões não é praticado e as leis não são fiscalizadas. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal.
Ademais, a falta de conhecimento principalmente sobra as religiões de matriz africana, que são as que mais sofrem intolerância, também pode ser apontado como promotor desse problema. Partindo desse pressuposto, percebe-se que a educação e a fiscalização das leis existentes são formas de destruir as barreiras do preconceito.
Portanto, é essencial a atuação estatal para que tais obstáculos sejam superados. Assim o Ministério da Educação deve instituir nas escolas públicas e privadas, palestras sobre intolerância religiosa e seus efeitos negativos nas relações sociais, e aulas sobre a religiões de matriz africana para promover um maior conhecimento cultural. E o Ministério da Justiça deve fiscalizar se as leis estão sendo cumpridas. Dessa forma, tirando as pedras do meio construir-se-á um Brasil mais democrático.
Precipuamente, é fulcral pontuar que, a omissão governamental gera muitos conflitos, como o aumento dos crimes de ódio, prejudicando as relações humanas. Sob a perspectiva do filósofo São Tomás de Aquino, em uma sociedade democrática, todos os indivíduos são dignos e têm a mesma importância, além de direitos e deveres que devem ser garantidos pelo estado, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Nesse sentido, por causa da baixa operação das autoridades, nem todos são tratadas com igualdade. A Declaração Universal dos direitos humanos assegura que todos são iguais independente de religião, mas o respeito as diferentes religiões não é praticado e as leis não são fiscalizadas. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal.
Ademais, a falta de conhecimento principalmente sobra as religiões de matriz africana, que são as que mais sofrem intolerância, também pode ser apontado como promotor desse problema. Partindo desse pressuposto, percebe-se que a educação e a fiscalização das leis existentes são formas de destruir as barreiras do preconceito.
Portanto, é essencial a atuação estatal para que tais obstáculos sejam superados. Assim o Ministério da Educação deve instituir nas escolas públicas e privadas, palestras sobre intolerância religiosa e seus efeitos negativos nas relações sociais, e aulas sobre a religiões de matriz africana para promover um maior conhecimento cultural. E o Ministério da Justiça deve fiscalizar se as leis estão sendo cumpridas. Dessa forma, tirando as pedras do meio construir-se-á um Brasil mais democrático.
- 28 Jul 2021, 15:11
#72623
Oi, lindos e lindas. Será que alguém teria a proeza de dar uma analisada no meu texto?
Agradeço desde já! <3
@anasilva1
@Evilyn123
@nananara
@Vitor1234567
@Gabyoliver
@EmillySantos
Agradeço desde já! <3
@anasilva1
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