- 04 Out 2021, 15:10
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Na mitologia grega, Atlas é um titã castigado por Zeus a carregar o planeta Terra em seus ombros pela eternidade. De maneira análoga, a juventude contemporânea carrega o "peso" de decidir sua carreira profissional frente à vários dilemas. Isso acontece, principalmente pelas incertezas relacionadas ao mercado de trabalho, assim como à falta de orientação profissional.
É preciso pontuar, em primeira análise que, a insegurança relacionada ao mercado de trabalho permanece como um entrave. Prova disso, é que 39% dos empregos visados por adolescentes de 15 anos no mundo podem ser automatizados em 10 ou 15 anos. Tal fato, remonta a Revolução Técnico-Científico-Informacional, em que o trabalho humano foi substituído em parte por máquinas e/ou computadores, tendo como consequência o desemprego estrutural.
Vale ressaltar, em segunda análise que, a passagem da adolescência para a vida adulta é uma fase crucial para o ser humano, na qual a orientação é necessária para que se tenha êxito. Nessa lógica a Constituição Federal de 1988 assegura aos adolescentes, através da família, sociedade e Estado, o acesso dos jovens à profissionalização em seu artigo 227.
Diante dos fatos supracitados, é notório que, para a superação dos dilemas associados à escolha profissional do jovem na contemporaneidade, se faz necessária a ação do Ministério do Trabalho, por intermédio de programas, como por exemplo o jovem aprendiz, que direcionam o jovem para o mercado de trabalho com a finalidade de ampliar as possibilidades profissionais e assegurá-los do acesso ao emprego. Paralelo a isso, o Ministério da Educação juntamente às escolas devem priorizar em suas grades curriculares dos anos finais do ensino médio, o planejamento profissional como disciplina, tendo em vista a escolha do futuro emprego por parte o aluno.
É preciso pontuar, em primeira análise que, a insegurança relacionada ao mercado de trabalho permanece como um entrave. Prova disso, é que 39% dos empregos visados por adolescentes de 15 anos no mundo podem ser automatizados em 10 ou 15 anos. Tal fato, remonta a Revolução Técnico-Científico-Informacional, em que o trabalho humano foi substituído em parte por máquinas e/ou computadores, tendo como consequência o desemprego estrutural.
Vale ressaltar, em segunda análise que, a passagem da adolescência para a vida adulta é uma fase crucial para o ser humano, na qual a orientação é necessária para que se tenha êxito. Nessa lógica a Constituição Federal de 1988 assegura aos adolescentes, através da família, sociedade e Estado, o acesso dos jovens à profissionalização em seu artigo 227.
Diante dos fatos supracitados, é notório que, para a superação dos dilemas associados à escolha profissional do jovem na contemporaneidade, se faz necessária a ação do Ministério do Trabalho, por intermédio de programas, como por exemplo o jovem aprendiz, que direcionam o jovem para o mercado de trabalho com a finalidade de ampliar as possibilidades profissionais e assegurá-los do acesso ao emprego. Paralelo a isso, o Ministério da Educação juntamente às escolas devem priorizar em suas grades curriculares dos anos finais do ensino médio, o planejamento profissional como disciplina, tendo em vista a escolha do futuro emprego por parte o aluno.